sábado, 12 de setembro de 2015

Redação Enem - 15 Dicas para uma boa redação segundo o G1.globo.com

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/enem/2015/

1 - Leia artigos de opinião
Colunista do G1 e autora do livro "Redação Excelente! Para Enem e Vestibulares", a educadora Andrea Ramal aponta que é preciso investir na leitura.

"Leia muito, sobretudo artigos de opinião de jornais e sites de notícias. Os artigos de opinião são textos dissertativo-argumentativos: exatamente o estilo que você terá que usar na prova do Enem e da maioria dos vestibulares. Quanto mais você ler, mais vai ampliar seus conhecimentos e, além disso, fixar a estrutura correta de um texto, reparando como o autor liga as ideias na introdução, desenvolvimento e conclusão."

2 - Perfil dos temas
Para Lilio Paoliello, diretor pedagógico do Cursinho da Poli, gênero, religião e política têm chances menores de aparecer como tema. "Como a prova é preparada com muita antecedência, assuntos recentes têm pouca chance de aparecer. Tradicionalmente, trata-se de temas que discutem problemas da comunidade, focados em ambiente, sociedade e cultura, mas sem tocar diretamente em questões como gênero, religião e política."

3 - Treine o tempo: uma hora
Para Andrea Ramal, é hora de treinar o bom uso do tempo. "Escolha temas relevantes e escreva sobre eles como se fosse no dia da prova. Você tem uma hora para escrever seu texto, certo? Faça primeiro um rascunho, descanse alguns minutinhos e, depois, releia e passe a limpo fazendo as alterações finais. Sabe os atletas, que treinam tanto para ganhar medalha nas competições? Redação também é assim. Quanto mais você treinar, melhor."

4 - Seja seguro e preciso
"Seja preciso nas palavras. Se você não tiver certeza sobre o significado de um termo, ou não lembrar da grafia correta, consulte o dicionário. Se tiver dúvida na regência ou concordância verbal e nominal, consulte a gramática. Assim você dominará cada vez mais a norma culta da língua portuguesa. E na hora da prova, que não pode consultar nada? Se tiver dúvida, troque a expressão por outra, sobre a qual você tenha certeza", aponta Andrea Ramal.

O diretor do Cursinho da Poli complementa: "O candidato deve sempre pensar que está escrevendo para outra pessoa ler. Por isso, é recomendável evitar palavras de grafia ou significado não conhecido e, caso seja necessário, optar por termos substitutos que não envolvam tantas dúvidas."

5 - Lembre de fugir do pleonasmo
"Evite pleonasmos, ou seja, repetições que revelam mau uso da linguagem. Por exemplo: subir para cima, protagonista principal, ver com seus próprios olhos, surpresa inesperada, retomar de novo e assim por diante. Não faça generalizações, como por exemplo: “A economia sempre cresce quando...” ou “Esta é a melhor solução”... Em vez dessas frases, é mais adequado dizer: “A economia costuma crescer quando...” ou “Esta pode ser uma das soluções mais indicadas”.

6 - Refaça redações com temas já abordados
"Faça redações de vestibulares de anos anteriores e, sempre que possível, peça a seu professor para corrigir e sugerir melhorias. Ao escrever, leia o enunciado com atenção. Uma das maiores causas de perda de pontos é fugir ao tema. Nesse ponto, os textos de apoio, que aparecem na proposta de redação, podem ajudar bastante: num tema muito amplo, eles dão o foco que você deve seguir."


7 - Entenda as competências exigidas
A correção da prova é baseada, sobretudo, no domínio de 5 competências:

- COMPETÊNCIA 1: Demonstrar domínio da norma padrão da língua escrita.
- COMPETÊNCIA 2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.
- COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
- COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários à construção da argumentação.
- COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

8 - Sem medo de intervir
"A temida proposta de intervenção pode ser facilmente guiada pelas seguintes perguntas: quem faria essa intervenção? Quando? Como? Lembrando, claro, que o plano deve estar dentro da lei e deve respeitar os direitos humanos", pontua Lilio Paoliello, diretor pedagógico do Cursinho da Poli.


9 - Leia de forma frequente
É difícil escrever bem ser ler constantemente. "São comuns os erros ortográficos e a falta de informação, que resultam em problemas de coesão e coerência no texto. Essas dificuldades podem ser evitadas com leitura constante e frequente, que familiariza o candidato com as palavras em seu sentido correto, a norma culta de nossa língua e com o formato do texto dissertativo-argumentativo", explica o diretor do Cursinho da Poli.


10 – Pense no que pode dar em ZERO
Há algumas práticas que resultam em zero imediato. São elas: - Não atender a proposta solicitada ou desenvolver outra estrutura textual que não seja a do tipo dissertativo-argumentativo; - Entregar a folha de redação sem texto escrito; - Escrever até 7 (sete) linhas, qualquer que seja o conteúdo; - Impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação; - Desrespeito aos direitos humanos; - Parte do texto deliberadamente desconectada com o tema proposto.


11 - Não comece pela redação
Para o Professor Jacson Andrade, mestre em linguística aplicada e ex-colunista da TV Rio Sul, afiliada da Globo no Sul do Rio, os estudantes devem evitar começar o Enem pela redação:


“Leia atentamente a proposta de redação, mas jamais comece por ela. Embora isso possa causar uma sensação de perda de tempo, estimulará o subconsciente a buscar soluções para resolver o tema e você poderá encontrar outros fragmentos motivadores durante a execução da prova”, afirmou.

12 - Dê um tempo ao texto
De acordo com o docente, também é importante que o candidato “se afaste” do texto por um tempo após concluí-lo para facilitar a identificação de possíveis erros que tenha cometido.


“É uma das melhores estratégias para se evitar erros. Entre o rascunho e a passada a limpo, vá ao banheiro, lave o rosto e coma uma barra de cereais. Você ganhará aproximadamente trinta minutos de ‘tempo psicológico’ e identificará com mais precisão os pequenos equívocos na escrita”.

13 - Introdução de sucesso
Começar a redação demonstrando conhecimento dos principais fatos históricos pode ser um ingrediente importante na receita para um texto bem avaliado no exame.


“Há quase dez formas de se iniciar uma redação, mas aproximadamente 70% das que obtiveram nota mil contemplaram a ‘alusão histórica’. A razão é bem simples: a alusão encanta o leitor, permite melhor contextualização e evita o temível ’branco’ durante a escrita”, conta o Professor Andrade.

14 - Citação de matérias escolares
Segundo o educador, outro ponto que costuma alavancar as notas da redação no Enem é a utilização de conhecimentos adquiridos em outras disciplinas escolares durante a elaboração do texto.


"Numa proposta que trate da questão do lixo, por exemplo, convém trazer Antonie Lavoisier, o pai da química moderna, que definiu que na natureza tudo se transforma. Já para o tema falta d’água, não deixe de apontar que para toda ação do homem há uma reação da natureza, o que sintetiza a terceira Lei do físico Isaac Newton", exemplificou.
  

15 - Tema não é assunto
Entender a diferença entre tema e assunto pode evitar o que os avaliadores classificam como “tangenciamento ao tema”, que nada mais é do que o desenvolvimento textual apenas nos limites do assunto, sem a abordagem do problema social temático, conforme explica Andrade.


"Assunto é o que se discute de forma ampla, genérica ou restrita. Já o tema deve ser considerado como sinônimo vulgar de 'problema de amplitude social'", explica. O docente deu exemplos de cada um. "Jogos Olímpicos" seria assunto e "A falta de estrutura durante os Jogos", tema.


terça-feira, 1 de setembro de 2015

PROFESSOR SILVIO PREDIS NA ESCOLA JOÃO BENTO



IMAGEM: PROF.CHIQUINHO LOPES
Professor de Química no Rio de Janeiro Silvio Predis tem andado por alguns lugares do país promovendo aulões temáticos de preparação para vestibulares e/ou Enem através de um estilo musical não apreciado por muitas pessoas, mas que faz sucesso na Comunidade Estudantil – o Funk. Através de paródias tem levado alunos a memorizar o conteúdo, porém alerta que “memorizar uma música não significa aprender a matéria” (g1. globo.com). Professor ficou conhecido no meio estudantil graças a postagens de seus alunos em cursinho nas redes sociais o que lhe rendeu   entrevistas nos Programas do Jô Soares e Ana Maria Braga. Seus vídeos no canal do you tube são muito visualizados. O Rap da Pilha (paródia de música de MC Niterói) tem mais de um milhão de visualizações e mais de 360 mil de compartilhamentos o que mostra o interesse dos alunos em aprender com uma metodologia diferente. A Escola João Bento, em contato com o Professor promoveu um aulão no dia 30 deste mês levando mil alunos ao Auditório da UNOPAR. No dia anterior o Professor foi recebido por alguns alunos no aeroporto,participou de um almoço com parte da equipe no Caravela do Madeira e ainda participou de uma aula de Barco com os professores Arimatéia Dantas e Kleber  contando com a participação da Direção. A coordenadora do evento Layde Nascimento participou ativamente do evento prestando assistência ao convidado em tempo integral.

Além de Professor na disciplina de  Química em vários cursinhos no Rio de Janeiro, o professor Silvio Predis se dedica ainda ao Jiu-jítsu, ao surfe e ainda diz ter as noites livres para ficar com a família, praticar esportes e fazer outras atividades que lhe dão prazer. Os alunos do JBC apreciaram a aula e se divertiram na manhã de Domingo sendo acompanhados pelo Diretor Chiquinho Lopes e sua vice Ladyfanne, bem como por parte da equipe terceirão.

Sabe-se que diversos Professores trabalham com paródias que visam chamar atenção dos alunos em diversos cantos do país,inclusive em Porto Velho,mas  trazer o Prof.Silvio Predis para Porto Velho – 1ª vez na região Norte – foi um estímulo aos alunos do JBC que - às portas do Enem - começam a ficar preocupados e tensos. Um aulão assim,além de ajudá-los a fixar o conteúdo trabalhado pela Profª de Química  Mônica ,também os  ajuda a relaxar nessa reta final. Escola João Bento sempre procura inovar em prol de seus alunos mesmo não tendo apoio necessário do Governo e órgãos afins, exemplo disso são os aulões de história regional em aulas de barcos e trilhas, aulões de matemática com os Professores Neyzinho e Vagson, simulados comentados entre outras atividades que levam a uma melhor aprendizagem sempre contando com a participação e apoio dos discentes que muitas vezes arcam com as próprias despesas e/ou  vendendo rifas,pagando inscrições em simulados e,mesmo adquirindo material preparado pelos professores.

Direção do JBC agradece a participação dos alunos, inclusive na colaboração realizada para que o Prof.Silvio Predis pudesse deslocar-se a essa região, bem como externa seus agradecimentos ao Prof. em questão pelo carinho e atenção dedicada aos alunos do JBC.