quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Dia do Músico - 22 de Novembro

 
 Hoje dia 22 de novembro, comemora-se o Dia do Músico. Adota-se o termo músico quando nos referimos a qualquer pessoa ligada diretamente à música, em caráter profissional ou amador, exercendo alguma função no campo de música, como a de tocar um instrumento musical, cantando, escrevendo arranjos, compondo, regendo, ou dirigindo um grupo coral ou algum grupo de músicos, como orquestras, bandas, big band de Jazz, ou ainda lecionando, trabalhando no campo de educação, em terapia musical. Um músico brasileiro pode ter ou não, uma carteira de alguma instituição que o reconheça, como a Ordem dos Músicos do Brasil. Um músico também pode ou não ter a formação acadêmico-técnica (através de escolas de música, conservatórios, faculdades ou universidades). Quando ele não tem formação alguma, costuma-se dizer que é um músico popular, ou ainda que aquele músico produz música de ouvido.
 
 
 
 
 

No início, a música era apenas rítmo marcado por primitivos com instrumentos de percussão, pois como os povos da antiguidade ignoravam os princípios da harmonia, só com o tempo foram acrescentando a ela fragmentos melódicos. Na pré-história o homem descobriu os sons do ambiente que o cercava e aprendeu suas diferentes sonoridades: o rumor das ondas quebrando na praia, o ruído da tempestade se aproximando, a melodia do canto animais, e também se encantou com o seu próprio canto, percebendo assim o instrumento musical que é a voz. Mas a música pré-histórica não é considerada como arte, e sim uma expansão impulsiva e instintiva do movimento sonoro, apenas um veículo expressivo de comunicação, sempre ligada às palavras, aos ritos e à dança. Os primeiros dados documentados sobre composições musicais referem-se a dois hinos gregos dedicados ao deus Apolo, gravados trezentos anos antes de Cristo nas paredes da Casa do Tesouro de Delfos, além de alguns trechos musicais também gregos, gravados em mármore, e mais outros tantos egípcios, anotados em papiros. Nessa época, a música dos gregos baseava-se em leis da acústica e já possuía um sistema de notações e regras de estética.
 
 
 
 Por outro lado, a história de Santa Cecília, narrada no Breviarium Romanum, a apresenta como uma jovem de família nobre que viveu em Roma no século III, nos princípios do cristianismo, decidida a viver como monja desde a infância. Mas apesar dos pais a terem dado em casamento a um homem chamado Valeriano, a jovem convenceu o noivo a respeitar-lhe os votos e acabou convertendo-o à sua fé, passando os dois a participar diariamente da missa celebrada nas catacumbas da via Ápia. Em seguida, Valeriano fez o mesmo com o irmão Tibúrcio, e com Máximo, seu colega íntimo, e por isso os três foram martirizados pouco tempo depois, enquanto Cecília, prevendo o que lhe aconteceria, distribuiu aos pobres tudo o que possuía. Presa e condenada a morrer queimada, ela foi exposta ao fogo durante um dia e uma noite, mas como depois disso ainda se encontrava sem ferimentos, um carrasco recebeu ordem para decapitá-la. Mas, seu primeiro golpe também falhou. Isso aconteceu durante o ano 230, no reinado de Alexandre Severo, época em que Urbano I ocupava o papado. Anos depois uma igreja foi erigida pelo papa no local em que a jovem mártir residira, tornando-se a Igreja de Santa Cecília uma das mais notáveis de Roma.

Muito embora o Breviarium Romanum não faça menção alguma às prendas musicais de Cecília, ela se tornou, por tradição, a padroeira dos músicos, da música e do canto, cuja data de comemoração é 22 de novembro, o mesmo dia dedicado à santa. A tradição conta que Santa Cecília cantava com tal doçura, que um anjo desceu do céu para ouvi-la.



Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

GRUPO CONCEITO - Uma experimentação Sonora






Grupo Conceito composto por Bira Lourenço,Alex Almeida e Catatau apresentaram-se na noite de Quinta-feira no teatro 1 do SESC com instrumentos inusitados que fez do show algo surpreendente nunca visto em Porto Velho.A exploração de sons produzidos por objetos do cotidiano associando-os aos elementos musicais dinamizam o circuito artístico local trazendo novidade ao cenário musical que deve com certeza estender-se a outros Estados da Federação pela qualidade e pesquisa de sons que apresentaram.

Envolventes e contagiantes, a apresentação proporcionou uma experiência única através da competente combinação entre ritmos, sons e movimentos, além da presença cênica do grupo. O repertório do espetáculo incluiu composições próprias,composições de artistas locais e  adaptações, improvisações e interações com o público.

De certa forma o grupo resgata a espontaneidade infantil de brincar com som e movimento. O resultado é uma orquestra corporal na qual todos os músicos tocam e improvisam sobre instrumentos inimagináveis como utensílios de cozinha.


 A capacidade  de re-inventar e abrir novos caminhos na percussão é latente no grupo como a sua qualidade, buscando atingir o grau de excelência e aprimoramento no trabalho que se comprova facilmente,tendo em vista esta ter sido apenas a segunda apresentação do grupo que segundo Bira Lourenço surgiu de uma idéia de Alex Almeida.É inegável o papel de desbravadores do som,da pesquisa,experimentação e manipulação sonora em plena era tecnológica desenvolvendo a musicalidade,a capacidade de comunicação e a criatividade.



O Grupo lembra iniciativas criadas em meio as novas  vanguardas que operaram transformações cruciais na produção artística ao levar às últimas conseqüências a discussão sobre a natureza da arte e seu papel na sociedade.Tais movimentos flexibilizaram fronteiras  entre as categorias artísticas tradicionais introduzindo novos temas,procedimentos,linguagens,suportes e materiais e investindo no diálogo com outros campos do conhecimento.O Grupo Conceito é isso, rompe as barreiras com  aquele som já previsto de percussão, introduz novos elementos ,pesquisa e experimenta várias estações trazendo uma produção independente  impregnada pelos referenciais sonoros de cada um.

Nesse sentido seus integrantes atuaram,brincaram e interagiram com o público tornando a noite uma maratona de descobertas de sons aos leigos no assunto e até no momento do “Bis” ao final do espetáculo surpreenderam o público distribuindo “Bis” ao público presente que os ovacionaram em pé no teatro do SESC.

Em outras palavras o Grupo Conceito pode trazer à tona um debate presente tanto nas vanguardas como na contemporaneidade sobre as possibilidades da percussão com a vida,seja apostando em intervenções capazes de provocar curtos-circuitos na realidade, seja investindo em ações que pretendem de fato contribuir nas transformações de percussionistas.


 Veja um pouco do show nos videos abaixo:







quarta-feira, 31 de outubro de 2012

HOJE É O DIA "D" - DIA DE DRUMMOND



A forma que as letras assumem quando lançadas ao papel fisgou o poeta desde cedo, quando a infância rompia em uma cidade do interior de Minas Gerais. Este mesmo escritor mais tarde falaria com presteza sobre a vida, ora colocando uma pedra no meio do caminho, ora advertindo as limitações físicas e filosóficas do homem logo na primeira linha de um verso: “tenho apenas duas mãos”. Considerando ou não os problemas de uma vida dedicada às artes, para tirar o peso das costas, ele colocou a culpa de sua escolha no anjo torto que lhe disse “Vai Carlos, ser gauche nessa vida!”. E assim cumpriu sua missão na Terra: ser um dos maiores poetas da língua portuguesa.

Carlos Drummond de Andrade é unânime, suave e profundo, indispensável quando o assunto é poesia brasileira. Se ainda estivesse vivo, hoje completaria 110 anos. Restam homenagens àquele cuja alma apreendeu o sentimento do mundo, e munida da escrita, parece nunca ter sido pequena. Farmacêutico por formação, Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira (MG), no dia 31 de outubro de 1902. De família de fazendeiros, o gado e os negócios nunca o interessaram. No filme biográfico “O Fazendeiro do Ar”, de Fernando Sabino e David Neves, o poeta deixa claro que seu desejo de expressar-se pelas letras era inerente à sua existência, coisa de quem tem nas veias o amor pela literatura. “Confesso que desde a infância tive uma espécie de fascinação inconsciente pelas palavras. Quando aprendi a ler devorava jornais e revistas”, diz Drummond em depoimento ao documentário. 


Mesmo sendo considerado um ícone do modernismo literário, o autor é considerado atemporal e inclassificável por muitos estudiosos, como a professora paraense e especialista em literatura Amarílis Tupiassú. “A poesia de Drummond quebra a rigidez do gênero. Ele escreveu sobre todos os temas, brincou com a métrica porque gostava de experimentar a palavra. Não há como fazer cercos a este grande poeta”.


E a propriedade que Amarílis tem para falar de Drummond não foi fundamentada somente nos livros autorais do poeta ou em publicações teóricas. Na década de 1970, quando estudou mestrado e doutorado no Rio de Janeiro, a professora morava a alguns metros do escritor e o encontrava diariamente, em seus passeios entre Ipanema e Copacabana. 


A escrita foi ofício e antiga paixão
“Drummond tinha o forte hábito de se corresponder com pessoas por cartas e a loja dos Correios que ele frequentava ficava em frente ao meu prédio. Por causa disso, forcei muitas coincidências planejadas (risos). Até que um dia nos conhecemos e descobri o homem encantador e doce que de fato ele era”, relembra, saudosa. Como trunfo dessa corriqueira amizade, Amarílis guarda uma versão da novela “O Gerente”, primeira obra de Drummond a apresentar um lado ficcional do escritor. “Um dia, mostrei a ele minha edição desta obra. Ele se espantou, perguntou porque comprei o livro, que na época tinha sido lançado em uma edição mais luxuosa, por isso mais cara, e pediu meu exemplar emprestado! Dias depois ele me devolveu com uma série de correções a lápis!”, conta Amarílis Tupiassu.

Quando faleceu, em 1987, aos 87 anos, Carlos Drummond de Andrade, por ser considerado um dos maiores poetas do país ainda em vida, já devia imaginar que sua obra atravessaria o tempo. Tanto que mesmo em época de efemeridades virtuais, sua concepção poética ainda serve de ponto de ponderação para muitos escritores. É o caso do paraense Ney Ferraz Paiva. “O espaço da literatura na atualidade dispensa as influências totalizantes de outrora: de uma Cecília Meireles a Drummond, por exemplo. Mas não podemos negar a força de sua palavras sobre nós”, diz o poeta que comumente utiliza ferramentas tecnológicas como escoamento de sua produção.

Mesmo apesar dos vários convites para ingressar na Academia Brasileira de Letras, Drummond nunca quis concorrer uma cadeira na entidade. O que não impediu diversas homenagens à sua importância para a literatura nacional, tanto as vindas pelo viés institucional, como as que emergiram de seus admiradores anônimos. Para seus leitores, tanto faz. A obra de Drummond se imortalizou por sua própria força e promete perdurar por mais tantas e tantas centenas de anos. Não dá para enxergar pedras nesse caminho. 


MANANCIAL INESGOTÁVEL 
A pedido do Caderno VOCÊ, escritores, pesquisadores e, sobretudo, admiradores de Drummond, indicam leituras indispensáveis dentro da vastidão da obra do poeta:

“Acho a ‘Rosa do Povo’ (1945) uma das melhores obras de Carlos Drummond de Andrade. É uma referência tanto pela proposta estética, como pela libertação de seus poemas que se tornam mais extensos, mas com maior conteúdo politico, social e permeado de metáforas. Talvez a obra mais complexa dele”.
Vasco Cavalcante, jornalista e membro fundador do grupo de poesia ‘Fundo de Gaveta’


“Entres as importantes obras de Drummond destaco ‘Sentimento do Mundo’, de 1940, um dos livros mais impressionantes de sua bibliografia. O livro enfileira poemas clássicos como ‘Sentimento do mundo’ e ‘Poema da necessidade’, que precisam ser lidos por qualquer um que se interesse pela obra deste grande autor”.(Nilson Oliveira, editor da Revista Literária Polichinello)


“Drummond tem muitas crônicas fáceis para qualquer leitor. Mas o caráter político de “Rosa do Povo” é incrível. É um livro que deve ser lido porque tem muita vinculação com o tempo de guerra e violência que vivemos hoje”.(Amarílis Tupiassú, professora especialista em literatura)


“Eu indico para leitura o livro ‘A biografia de um poema’, em que Drummond fala do seu famoso ‘No meio do caminho’. Ele passou a vida colecionando matéria e crÍticas sobre esse poema e reuniu tudo nesta obra, que é muito interessante por mostrar o modo como ele lidava com sua escrita”.
(Carlos Correia Santos, dramaturgo e jornalista)


“A obra ‘Claro Enigma’ (1951) para mim é um mistério. É um livro praticamente inabordável se retirado do contexto do modernismo brasileiro. E se tirado, podemos revelar uma poesia ainda muito latente e com muitos mediadores, sobretudo o Kafka”.
(Ney Ferraz Paiva, poeta)

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

ÁGUAS BRASILEIRAS - CICLO DE PARTITURAS





O SESC  vem apresentando o Ciclo de Partituras com shows belíssimos para o deleite do público.Ontem foi a noite do Projeto Águas Brasileiras que apresentou um panorama da produção erudita do país que tem como fonte inspiradora a água.Peças de Carlos Gomes, Villa Lobos estavam entre as composições inspiradoras na  ternura, na leveza, no encanto, na simpatia, no talento do grupo composto por  Silvia Freire (piano),Rosemary Abensur (flauta transversal),Marcia Lima (violino), Bira Lourenço (percussão)  juntamente com  a emoção e a voz de Wilka Leles

A flauta de Rosemary Abensur foi um dos destaques do grupo .O som grave  de alguma composições é suave, rico de harmônicos, cheio. O médio é brilhante, melodioso, alegre. O agudo é penetrante, claro, preciso. A Flauta não se restringiu apenas ao universo do grupo mas acrescentou suavidade, brilho e claridade à melodia do violino de Márcia Lima e ao piano de Silvia Freire.


Nas mãos de Bira Lourenço o encanto ,a pureza do som de um mestre da percussão  que vai de um objeto   ao outro  flutuando com leveza e magia  levando a vibração ao extremo,um vôo cósmico  pela natureza.

As composições apresentadas pelo Grupo trouxeram a energia dos Mestres Ascencionados,a força e irradiações do amor na ativação da consciência interior. UIRAPURU (de  Waldemar Henrique) e VALSINHA  DO  MARAJÓ também de Waldemar Henrique na voz de Wilka Leles foram um belo exemplo  dessa transcendência planetária ,um dos pontos altos do recital.O público reagiu efusivamente ao recital deixando claro que a música erudita tem vez em Porto Velho.

O SESC   mantém um permanente programa de incentivo e aperfeiçoamento técnico para jovens apreciadores da boa música ,pois os estudantes de música e os músicos poderão participar de oficinas, palestras e workshops com o intuito de absorver promissores talentos da cidade, por entender que deve fomentar de diversas maneiras o cenário musical erudito de um Estado ainda tão jovem nesse campo como Rondônia. 
Durante  o Ciclo de Partituras o Sesc receberá ainda professores de escolas de musicas de todas as regiões buscando fomentar em Rondônia uma "identidade sonora".Vale lembrar ainda as apresentações pertinentes a CESTA MUSICAL onde intérpretes,compositores,instrumentistas do Estado oferecem belíssimos shows da cultura local. As apresentações ocorrem  no teatro 1 do SESC ESPLANADA às 20:30h até o dia 25/11. Você pode conferir a programação no Portal Amazônia.com   A Q U I .



quinta-feira, 25 de outubro de 2012

DOCUMENTÁRIO - VIRANDO O BICHO

Se liga nessa Terceirão JBC e demais leitores!

Confira o trailler abaixo - Você vai amar!

"VIRANDO O BICHO"  é um filme da Fraiha produções , que irá estrear nos cinemas no dia 09 de novembro de 2012. O documentário tem como tema principal o ano de estudo que antecede o ingresso na universidade, porém a partir desse ponto discute-se  e evidenci-se  a realidade da educação no país. 

 Produzido pela Fraiha Produções e dirigido por Silvia Fraiha e Alexandre Carvalho, Virando Bicho é um documentário com sabor de ficção sobre o sistema de ingresso dos jovens brasileiros nas Universidades. Com uma visão bem humorada e realista, o filme acompanha a vida de seis jovens que estão se preparando para os diversos exames que antecedem o ingresso nas Universidades. O universo do filme gira em torno dos cursos preparatórios de diferentes faixas sociais, a fim de investigar as dificuldades dos jovens brasileiros de alta, média e baixa renda para ingressar numa boa Universidade. 

O filme também mostra a difícil realidade dos jovens que pertencem a algumas minorias, como os índios,que vivem afastados dos grandes centros. Através do depoimento e da rotina desses jovens e das entrevistas com educadores, o filme mapeia questões vitais para compreender a sociedade brasileira. Os depoimentos são entrelaçados pelas aulas dos professores, que muitas vezes dissertam em sala de aula assuntos inerentes à própria discussão que o filme fomenta.

Link para Download do trailer: https://www.yousendit.com/download/TEhVc2ZEQ0NFd2ROeDhUQw

Obs.: link do site ao lado direito do blog...


Fonte: Samuel

 

sábado, 20 de outubro de 2012

Universidades que aderiram ao Enem



Veja as universidades federais que aderiram ao Enem 2012
 É importante compreender que o Enem pode ser utilizado basicamente de 3 formas pelas instituições: como critério único de seleção, com ou sem a utilização do Sisu (Sistema de Seleção Unificada); em substituição de alguma etapa do vestibular ou complementando a nota final do processo seletivo.

Segue abaixo a lista de instituições para cada um de nossos estados, os quais foram colocados em ordem alfabética.
Acre
UFAC (Universidade Federal do Acre) – utiliza o Enem como fase única de seu vestibular em 100% dos cursos.
Alagoas
UFAL (Universidade Federal de Alagoas)utiliza o Sisu para 99% das suas vagas.
Uncisal (Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas) – destina 10% das suas para  a seleção via Sisu.
Amapá
UEAP (Universidade do Estado do Amapá) - utiliza o Sisu como forma de seleção para50% dos seus cursos.
Unifap (Universidade Federal do Amapá) – utiliza o Enem como fase única do vestibular para alguns cursos e vagas remanescentes.
Amazonas
Ufam (Universidade Federal do Amazonas) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 50% de suas vagas.
Bahia
Uesb (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia) – utiliza o Sisu para preenchimento de 50% de suas vagas.
Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz) – utiliza o Sisu como forma de seleção dos estudantes.
UFBA (Universidade Federal da Bahia) – Utiliza o Enem como primeira fase de seu vestibular.
UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia) – 100% das vagas através do Sisu.        Uneb (Universidade do Estado da Bahia) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 20% de suas vagas.
Univasf (Universidade Federal do Vale do São Francisco) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 38% de suas vagas.
Ceará
UFC
(Universidade Federal do Ceará) – utiliza o Sisu como forma de seleção de estudantes.
Unifor (Universidade de Fortaleza) – utiliza o Enem como fase única de seu Vestibular.
Unilab (Universidade da Integração Internacional de Lusofonia Afro-Brasileira) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 50% de suas vagas.
Distrito Federal
UnB (Universidade de Brasília) – utiliza o Enem para seleção de candidatos para vagas remanescentes.
Espírito Santo
UFES
(Universidade Federal do Espírito Santo) – utiliza o Enem como primeira fase do vestibular.
Goiás
UFG (Universidade Federal de Goiás) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 20% de suas vagas e o Enem como parte da nota de parte de seus cursos.
Maranhão
UFMA
(Universidade Federal do Maranhão) – utiliza o Sisu para 100% das vagas.
Mato Grosso
UFMT
(Universidade Federal de Matro Grosso) – utiliza o Enem como forma de seleção dos estudantes.
Mato Grosso do Sul
UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) – utiliza o Sisu para 100% das vagas.
UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) – utiliza o Sisu para 100% das vagas.
Minas Gerais
UFJF (
Universidade Federal de Juiz de Fora – utiliza o Sisu para o preenchimento de 70% de suas vagas.
UFLA (Universidade Federal de Lavras) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 60% de suas vagas e o Enem como parte da nota alguns de seus cursos.
UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) – utiliza o Enem como primeira fase do vestibular.
Ufop (Universidade Federal de Ouro Preto) – utiliza o Sisu para 100% das vagas.
UFSJ (Universidade Federal de São João del-Rei) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 10% de suas vagas e o Enem como parte da nota de parte de seus cursos.
UFTM (Universidade Federal do Triângulo Mineiro) utiliza o Enem como parte da nota de parte de seus cursos.
UFU (Universidade Federal de Uberlândia) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 75% de suas vagas e o Enem como parte da nota alguns de seus cursos.
UFV (Universidade Federal de Viçosa) – utiliza o Enem para o preenchimento de 80% de suas vagas e o Enem como parte da nota de alguns de seus cursos.
UFVJM (Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 80% de suas vagas.
Unifal (Universidade Federal de Alfenas) – utiliza o Sisu para 100% das vagas.
Unifei - Universidade Federal Itajubá – utiliza o Sisu para 100% das vagas.
Pará
Ufopa
(Universidade Federal do Oeste do Pará) – utiliza o Enem como fase única do vestibular.
UFPA (Universidade Federal do Pará) – utiliza o Enem como fase única para a seleção de parte de seus cursos e como primeira fase do vestibular.
Paraíba
UEPB (Universidade Estadual da Paraíba) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 25% de suas vagas.
UFCG (Universidade Federal de Campina Grande) – utiliza o Enem como fase única de seu vestibular.
UFPB (Universidade Federal da Paraíba) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 10% de suas vagas.
Paraná
UEL
(Universidade Estadual de Londrina) – utiliza o Enem como fase única de parte de seus cursos.
UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa) – utiliza o Enem como parte da nota do vestibular.
UFFS (Universidade Federal da Fronteira Sul/PR) – utiliza o Enem como fase única de seu vestibular.
UFPR (Universidade Federal do Paraná) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 10% de suas vagas e Enem como parte da nota de alguns de seus cursos.
Unicentro-PR - Universidade Estadual do Centro-Oeste – uitliza o Enem como fase única de parte de seus cursos
Unila (Universidade Federal da Integração Latino-Americana) – utiliza o Enem como parte da nota e fase única de parte de seus cursos.
UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) – utiliza o Sisu para a seleção de estudantes.
Pernambuco
UFPE
(Universidade Federal de Pernambuco) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 1% de suas vagas e o Enem como primeira fase de parte de seus cursos.
UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco) – utiliza o Sisu para a seleção de todos estudantes.
Univasf (Universidade Federal do Vale do São Francisco) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 56% de suas vagas.
Piauí
UFPI (Universidade Federal do Piauí) – utiliza o Sisu para a seleção de estudantes.
Univasf-PI (Universidade Federal do Vale do São Francisco/PI) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 44% de suas vagas.
Rio de Janeiro
UFF
(Universidade Federal Fluminense) – utiliza o Sisu para seleção de todos os estudantes.
UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 90% de suas vagas e o Enem como parte da nota de parte dos cursos.
UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro) – utiliza o Sisu para a seleção dos estudantes.
Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) – utiliza o Sisu para a seleção dos estudantes.
Rio Grande do Norte
Uern
(Universidade do Estado do Rio Grande do Norte) – utiliza o Enem como parte da nota de seus. cursos
Ufersa (Universidade Federal Rural do Semi-Árido) – utiliza o Sisu para a seleção dos estudantes.
UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 6% de suas vagas.
Rio Grande do Sul
Furg
(Universidade Federal do Rio Grande) – utiliza o Sisu para a seleção de estudantes.
Uergs (Universidade Estadual do Rio Grande do Sul) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 50% de suas vagas e o Enem como parte de seus cursos.
UFCSPA (Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegra) – utiliza o Sisu para selecionar os estudantes.
UFFS/RS (Universidade Federal da Fronteira Sul) – utiliza o Enem como fase única do vestibular.
UFPel (Universidade Federal de Pelotas) – utiliza o Sisu para selecionar os estudantes.
UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) – utiliza o Enem como parte da nota do vestibular.
UFSM - Universidade Federal de Santa Maria) – utiliza o Enem como fase única e como parte da nota de parte de seus cursos.
Unipampa (Universidade Federal do Pampa) – utiliza o Sisu para selecionar os estudantes.
Roraima
UFRR
(Universidade Federal de Roraima) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 20% de suas vagas.
Rondônia
Unir
(Fundação Universidade Federal de Rondônia) – utiliza o Enem como fase única do vestibular.
Santa Catarina
UFFS/SC
(Universidade Federal da Fronteira Sul) – utiliza o Enem como fase única do vestibular.
UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) – utiliza o Enem como parte da nota de seu vestibular.
São Paulo
UFABC
(Universidade Federal do ABC) – utiliza o Sisu para selecionar os estudantes.
UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) – uitliza o Sisu para o preenchimento de 99% de suas vagas e o Enem como parte de nota de parte de seus cursos.
Unesp (Universidade Estadual Paulista) – utiliza o Enem como parte da nota do vestibular.
Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) – utiliza o Enem como parte da nota do vestibular.
Unifesp (universidade Federal de São Paulo) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 82% de suas vagas e o Enem como parte da nota de parte dos cursos.
USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul) – utiliza o Enem como parte da nota de parte dos cursos.
Sergipe
UFS
(Universidade Federal de Sergipe) – utiliza o Enem como fase única do vestibular.
Tocantins
UFT
(Universidade Federal do Tocantins) – utiliza o Sisu para o preenchimento de 25% de suas vagas.

Fonte: Uol.com