Os escritores e membros efetivos da Academia de Letras de Rondônia Viriato Moura e William Haverly estarão no programa Viva Porto Velho deste domingo (06/11). (Fonte: Viva Porto Velho)
O presidente da ACRM - Associação Cultural Rio Madeira, William Haverly Martins será o entrevistado do médico e jornalista Viriato Moura no Programa VIVA PORTO VELHO deste domingo dia 06/11. Autor de várias obras literárias, William que é Membro da Academia de Letras de Rondônia, vai falar sobre as ações da ACRM, e em especial sobre a luta para a restauração do antigo prédio da Ladeira Comendador Centeno, onde funcionou a Prefeitura de Porto Velho e que também abrigou a primeira Câmara de Vereadores.
O economista e jornalista Anísio Gorayeb vai ao Distrito deSão Carlos, para mostrar no quadro “Historias da Nossa Terra” como vive sua população. Após um trecho de 65 km de estrada sem asfalto, é necessária uma travessia de barco desde o Rio Jamary até o Rio Madeira. Situado na margem direita do Rio Madeira este pequeno distrito de 1300 habitantes, tem apenas uma escola e um posto de saúde que só recebe médico nos finais de semana.
No quadro Opinião, Viriato Moura vai comentar sobre os serviços prestados pela CAERD – Companhia de Águas e Esgotos do Estado de Rondônia e pela CERON – Centrais Elétricas de Rondônia, e comentará também sobre os preços pagos por estes serviços.
O economista e jornalista Anísio Gorayeb vai mostrar, mesmo com muita chuva, o Distrito de São Carlos no quadro “Historias da Nossa Terra”. (Foto: Ricardo Farias)
O programa apresentará também os quadros: “Momento Esportivo” com Marcos Magalhães e “Seu Direito” com o conceituado advogado Édison Piacentini.
O “VIVA PORTO VELHO” é um programa independente, apresentado por Viriato Moura, com a produção de Ricardo Farias através da New Produtora, e vai ao ar todos os domingos ao meio dia (12h) pela Rede TV canal 17 e pela Via Cabo canal 27.
Muitos poderão me condenar por confessar ter festejado a morte de alguém, após mandar matá-lo. Contudo, creio que após contar minha desdita não me censurarão. Era ele um cara insuportável, teimoso insistente e mau, que vivia a me perturbar, tomando posse da minha vontade e da minha maneira de agir, por mais que eu reagisse. Sempre procurou estar perto de mim, desde a minha adolescência. Toda vez que o sentia se meaproximando, meu coração disparava, a adrenalina se agitava, a minha alma doía, espécie de tempestade desabava, conturbando-me o íntimo, além de me aconselhar à prática de atos não condizentes com o bem. Muitas vezes, dominado pela sua vontade, cometi erros que, por pouco não mudaram a minha vida para pior.
Difícil é descrevê-lo, por ter sido algo monstruoso, medonho, infecto, nauseante, poderoso e quase invencível em sua maldade. Era um câncer, cujas metástases se espalhavam e se fortaleciam cada vez mais. Não dominava somente a mim, pois tentava apoderar-se de todos sem cerimônia. Os mais fortes ignoravam-no, outros se deixavam dominar e outros ainda, travavam com ele terríveis batalhas a fim de o eliminar, mas nada conseguiam. Era tão maléfico e tão convincente, que muitas pessoas morriam nas mãos de seus seguidores. Eu, graças a Deus, nunca cheguei a tanto, a não ser quando mandei alguém acabar com ele.
Já estava cansado e resolvi lutar pela minha liberdade, disposto a tudo. Precisava matá-lo a qualquer custo. Entretanto, sentia-me impotente diante da sua força e agilidade . Resolvi procurar alguém que muitos diziam ser assassino eficaz de todos que praticavam o mal e pedi-lhe ajuda, contratando-o para eliminá-lo. De pronto veio em meu socorro, mas impôs-me a condição de ser ele o dominador da minha vida, o que aceitei sem relutância, por ter alguém me garantido que se tratava de um personagem que somente dava, a quem o aceitasse, bons conselhos. Sábio, seguro e mais poderoso do que o miserável que me perseguia, começou a grande peleja. Aos poucos foi ganhando terreno, enquanto a tudo eu assistia, procurando fazer a minha parte com os parcos recursos que possuía. Por fim, o velho dominador caiu vencido, estrebuchou-se agonizante e, deu seu último suspiro. Ninguém mais estava ali para destemunhar o assassinato sem ser eu e o contratado. Depois disso pude, então, encontrar um novo rumo sem pedir perdão a Deus e sem sentir remorso algum pelo que mandei fazer.
Não fui ao velório e festejei sua morte sim e, embora sabendo que as suas raízes ainda se estendiam de maneira assustadora por todos os cantos e recantos, resolvi comemorar o aniversário da sua partida, escrevendo-lhe inclusive um epitáfio com os seguintes dizeres:
Samuel Freitas de Oliveira
Avaré-SP-Brasil
Que pena que minha mãe e tantas outras não conseguiram vencer essa doença...
Se a festa acabou e José não sabia o que fazer, o mesmo não acontecia com Carlos Drummond de Andrade, seguramente um dos maiores poetas brasileiros e da língua portuguesa.
Ele sabia. E bem. E não era só de poesia. Também de prosa. E de amores, inclusive o que escondeu por anos e para quem fez belíssimos poemas de amor.
Nesse dia - 31/10 - , foi instituído o Dia D - Dia de Drummond, quando o Instituto Moreira Salles promoverá diversas atividades em todo país como leitura de poesias em livrarias, museus, exibição de filmes e programas dedicados a autor de A rosa do Povo.
O objetivo é promover e difundir a sua obra. Para isso, convida parceiros e amigos para comemorar a data, em todo o Brasil, a partir deste ano.A nostalgia do poeta é experimentada pela legião de leitores que até hoje reverenciam sua vasta produção literária, composta de poesia, prosa, crônicas e contos. Homenagens ao poeta ocorrerão em vários pontos do país (infelizmente em Porto Velho nada foi programado).
Além da programação em alguns estados brasileiros foi desenvolvido um site especial para as festividades. Através do endereço www.diadrummond.com.br, o leitor encontra um mecanismo especial de interatividade.
Em sua página da internet a campanha pede: "Nas escolas, universidades, livrarias, bares, museus, TVs, rádios, centros culturais e mesmo em solidão, não importa onde e como, que todos se lembrem de festejar Drummond e a sua poesia."
Hoje Drummond completaria 109 ano se vivo ainda fosse.
Apesar de ter se formado em farmácia na cidade de Ouro Preto (MG), em 1925, Carlos Drummond sempre teve afinidade com as letras. Fundou com outros escritores ‘A Revista’, que, apesar de vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Em 1954 colaborou como cronista no ‘Correio da Manhã’. A partir de 1969, o futuro poeta começou a escrever para o ‘Jornal do Brasil’.
Entre suas obras principais destacam-se: ‘Alguma poesia’ (1930) e ‘Brejo das alma’s (1934). Em ‘Sentimento do mundo’ (1940), em ‘José’ (1942) e sobretudo em ‘A rosa do povo’ (1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo.
Leia Drummond, você vai amá-lo...
Poema de sete faces
Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.
O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do -bigode,
Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus
se sabias que eu era fraco.
Mundo mundo vasto mundo,
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.
Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.
Do livro Alguma poesia (1930)
Cada estrofe do poema acima representa uma face - ou seja, Poema de 7 faces
* a 1ª estrofe representa o nascimento - um eu-retorcido,tempo psicológico,lembranças de sua vida;
* a 2ª estrofe apresenta o espaço;
* a 3ª estrofe representa as pessoas que se encontram nesse espaço;
* a 4ª estrofe - a visão que os outros têm do eu-lírico;
* a 5ª estrofe - sua relação com Deus;
* a 6ª estrofe - sua relação com o universo;
* a 7ª estrofe - relação consigo mesmo.
Ausência
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais
de mim.
Quadrilha
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história
JAIME GESISKY
Fórum Amazônia Sustentável
Belém e São Paulo
Não bastou terem sido reconhecidas legalmente na Constituição de 1988. As comunidades quilombolas existentes no Brasil padecem ainda hoje da falta de políticas públicas que lhes garantam o modo de vida tradicional. Devido ao seu estilo de vida, ligados à terra, essas comunidades ajudam a preservar parte da florestas brasileiras, sobretudo na Amazônia, ondeexistem 77 terras quilombolas tituladas. Ali, no meio da floresta, essas comunidades, invisíveis ao resto do país, sofrem com o avanço de empreendimentos hidrelétricos e minerários.
Um livro que acaba de ser lançado pela Comissão Pró-Índio (CPI-SP) rompe o silêncio e ajuda os quilombolas da Amazônia a vocalizar em defesa de seus direitos. A autora da pesquisa que deu origem ao livroTerras Quilombolas em Oriximiná: Pressões e Ameaças, Lúcia de Andrade (foto abaixo), coordenadora executiva da CPI-SP, faz aqui uma análise da situação dessas comunidades amazônicas.
A impressão, no senso comum, é de que quando se fala de povos tradicionais na região amazônica, falamos apenas de indígenas, ribeirinhos, extrativistas. Qual é o quadro geral dos quilombolas na região? Por que eles padecem de tanta invisibilidade?
De fato, a realidade das comunidades quilombolas no Brasil, e na Amazônia particularmente, ainda é pouco conhecida. Não contamos sequer com um censo da população quilombola no Brasil. Trabalhamos com estimativas que indicam a existência de cerca de 3.000 comunidades no país. Pode-se dizer que parte dessa invisibilidade e falta de reconhecimento de direitos advenha de ideia comum na nossa sociedade que os quilombos teriam acabado com o fim da escravidão. O que não foi absolutamente o caso: os quilombolas continuaram resistindo e mantendo o seu modo de vida nas terras conquistadas em todas as regiões do Brasil. É bom lembrar que o reconhecimento dos direitos territoriais das comunidades quilombolas é relativamente recente uma vez que se deu apenas na Constituição de 1988. Até essa data, as comunidades quilombolas simplesmente não existiam na nossa legislação e perante o poder público. Um dos objetivos do livro que a CPI-SP lança agora é justamente é contribuir para dar maior visibilidade às comunidades quilombolas e evidenciar a sua contribuição para a proteção das florestas.
Qual a participação desses povos remanescentes de quilombos na conservação da floresta?
Na região da Amazônia Legal, encontram-se 77 terras quilombolas já tituladas, o que representa 71% de todas as terras quilombolas já regularizadas no Brasil. São cerca de 630 mil hectares já titulados na Amazônia onde vivem 144 comunidades quilombolas. As comunidades com terras regularizadas, no entanto, são ainda a minoria. Para ser ter uma ideia, na região da Amazônia Legal temos mais de 400 comunidades com processo para titulação de suas terras tramitando no Incra.O que o estudo indicou foi o alto grau de conservação das florestas nas terras quilombolas.Considerando os oito territórios estudados, verificamos que a área desmatada corresponde a 1% da sua extensão total. Os estudos com imagens de satélite evidenciaram também que as terras quilombolas nesse município da Amazônia formam uma “barreira” ao desmatamento que avança em sua direção.
O estudo revela que as terras desses povos encontram-se sob ameaça. Qual a situação que a senhora encontrou ao fazer a pesquisa?
A pesquisa identificou diferentes ameaças entre elas os interesses minerários: são 94 processos minerários incidentes nas terras quilombolas entre solicitações e processos autorizados. Quatro dos territórios quilombolas têm mais de 70% de sua extensão sob interesses minerários. Nesse momento, não há exploração mineral dentro das terras quilombolas, mas os quilombolas já sofrem os impactos da exploração da bauxita que é realizada em áreas vizinhas aos seus territórios. Outro exemplo de ameaça são os estudos para a construção de 15 empreendimentos hidroelétricos em rios que cortam os territórios quilombolas: 13 deles contam com estudos de inventário; um com estudo de viabilidade e um com projeto básico. Segundo o “Plano Nacional de Energia 2030”, a área total a ser inundada por tais hidroelétricas soma 5.530 quilômetros quadrados abrangendo terras quilombolas, terras indígenas e unidades de conservação.
A ausência de consulta prévia a essas comunidades tradicionais é similar ao que se vê com outros povos da floresta?
Infelizmente essa é a realidade para os quilombolas também. O livro mostra diversas situações em que as comunidades não foram consultadas sobre projetos que lhes afetavam diretamente. Identificamos também consultas que não podem ser caracterizadas como consulta livre, prévia e informada, uma vez que não se garantiu o acesso a toda a informação nem tampouco o tempo necessário para que a comunidade pudesse amadurecer a sua decisão. O governo leva anos para realizar seus estudos e tomar as suas decisões e espera que os quilombolas tomem as suas decisões em uma reunião de poucas horas de duração.
Como é a situação das políticas públicas para os quilombolas da Amazônia – se é que existem efetivamente?
Em nossa opinião não existem políticas públicas para os quilombolas na Amazônia, pensando em políticas mais amplas e duradoras. O que existem iniciativas pontuais que estão longe de atender a demanda dos quilombolas. O objetivo do nosso estudo foi justamente chamar a atenção para essa lacuna e a importância de se pensar, criar e implantar tais políticas.
Qual a mensagem que o estudo deixa para o Brasil?
Esperamos que o estudo ajude a consolidar o entendimento que a garantia das terras quilombolas além de ser fundamental para essa população, é também uma estratégia de promoção da conservação dos recursos naturais e da biodiversidade da Amazônia.
NOTA DO EDITOR
Com a morte do líder comunitário Jesus de Oliveira, em 20 de maio de 2011, a comunidade quilombola em Seringueiras também exige a intervenção do governo, para evitar que a cobiça madeireira passe sobre os direitos daquela gente.
A ambientalista Ivaneide Bandeira, o médico e jornalista Viriato Moura e o líder indígena Almir Suruí nos estúdios do Programa Viva Porto Velho. (Fonte: Viva Porto Velho)
A ambientalista Ivaneide Bandeira é a convidada do médico e jornalista Viriato Moura, para uma entrevista no Programa VIVA PORTO VELHO deste domingo dia 30/10. Casada com o líder indígena Almir Suruí, com quem tem duas filhas, Ivaneide dirige há vários anos a Associação de Defesa Etnoambiental Canindé, uma entidade sem fins lucrativos preocupada com as condições e preservações dos povos indígenas. Ela também comentará as dificuldades dos povos indígenas, em especial na área da saúde e educação.
No quadro “Historias da Nossa Terra”, o economista e jornalista Anísio Gorayeb vai mostrar a Comunidade Porto Esperança, uma chácara localizada no município de Candeias do Jamarí, especializada em tratamento para dependentes químicos do sexo masculino. O diretor da comunidade é o sociólogo Willian Christian, e a comunidade dispõem de monitores, psicólogos e assistentes sociais. Atualmente a casa tem 44 pessoas em tratamento. Está comunidade faz parte da Casa Família Roseta, uma instituição criada na Itália há 40 anos e que está em Porto Velho desde 1992.
O diretor da Comunidade Porto Esperança, Willian Christian e Anísio Gorayeb durante as gravações do quadro “Historias da Nossa Terra”. (Fonte: Viva Porto Velho)
No quadro “Opinião”, Viriato Moura vai comentar sobre as grandes obras na nossa região e falará também sobre a necessidade de industrialização do nosso estado, visto que produzimos matéria prima necessária para isto.
O programa apresentará também os quadros: “Momento Esportivo” com Marcos Magalhães e “Seu Direito” com o conceituado advogado Édison Piacentini.
O “VIVA PORTO VELHO” é um programa independente, apresentado por Viriato Moura, com a produção deRicardo Farias através da New Produtora, e vai ao ar todos os domingos ao meio dia (12h) pela Rede TV canal 17 e pela Via Cabo canal 27.
Muita gente que trabalha em escritórios passam o dia todo na frente de um computador, sempre a procura de alguma coisa para ouvir. Seja músicas em MP3, sejam músicas no youtube, o que importa é se concentrar ouvindo uma boa. Se você gosta também de uma Música Gospel venha participar do I FESTIVAL DE MÚSICA CRISTÃ a ser relizado no próximo sábado na Quadra Poliesportiva da Escola João Bento da Costa.
Música gospel (do inglês gospel; em português, "evangelho") é uma composição escrita para expressar a crença individual ou de uma comunidade com respeito a vida cristã, assim como, de acordo com seus gêneros musicais variados, também oferece uma alternativa, ao povo cristão, à música secular convencional, sinônimo também e reconhecida como a música evangélica, que ganhou grande destaque no Brasil atualmente.
Como outros gêneros de música cristã, a criação, a performance, a influência, e até mesmo a definição de música gospel varia de acordo com a cultura e o contexto social. A música gospel é escrita e executada por muitos motivos, desde o prazer estético, com motivo religioso ou cerimonial, ou como um produto de entretenimento para o mercado comercial, sendo bem aceita pela grande parcela da população religiosa brasileira.
Portanto, a coordenação do evento convida a comunidade em geral para participar.Venha ouvir uma boa música envolvendo Concursos de Bandas (10 bandas inscritas),Danças e muito Louvor.
Dia: 29/10/2011 (Sábado) Horário: 13:30h às 17:00 horas Local: Quadra Poliesportiva da Escola João Bento da Costa
ENTRADA GRATUITA ! NÃO DEIXE DE PARTICIPAR !
Fonte:
Coordenação: Maíssa Ramos,Shirley Cristina e Thiago Eudes
Colaboração: Direção JBC (Prof.Chiquinho e Elizabet)
O MEC (Ministério da Educação) descarta anular as questões a que os alunos do Colégio Christus, em Fortaleza, tiveram acesso antes do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2011. A afirmação foi feita na tarde desta quarta-feira (26).
Segundo a assessoria do ministério, anular os itens feriria a isonomia em relação aos outros estudantes do país, já que, em tese, somente os alunos do Christus tiveram acesso às questões do pré-teste. Ainda de acordo com o MEC, a discussão sobre os itens só surgiu na internet depois que as provas foram concluídas.
O MEC vai desclassificar os alunos do Colégio que fizeram a prova. Até o momento, o número que o MEC divulgou é de 639 inscritos.
Veja agora as questões da prova amarela com as respectivas imagens divulgadas na internet por alunos de Fortaleza; segundo eles um colégio particular havia aplicado um simulado com questões idênticas às do Enem 2011 MaisReprodução
As perguntas vazaram do pré-teste aplicado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), conforme o UOL Educação apurou. Testes prévios do Enem foram feitos no Colégio , em outubro do ano passado.
Histórico: problemas do Enem
Estudante faz protesto contra erros do Enem 2010
Segundo o diretor do colégio, Davi Rocha, “não é possível afirmar” que as questões saíram do banco de questões do MEC, mas que “imagina que tenha”. De acordo com ele, o Christus não teve acesso ao pré-teste, somente alguns estudantes –e que eles podem ter colocado os itens no banco do colégio.
Anulação das questões
O procurador da República no Ceará Oscar Costa Filho disse que recomendou à presidente do Inep (Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais), Malvina Tuttman, que sejam anuladas as questões que vazaram para todos os candidatos.
"Se vazou, como eu posso dizer que foi só para aquele pessoal. Eu disse [para a presidente do Inep] que essa solução [cancelar o exame só dos alunos do colégio Christus] não se sustenta. Eu coloquei na recomendação que esse era um concurso nacional e ela estava querendo dar uma solução local", disse Costa Filho.
O procurador afirma que anular todo o exame iria causar um dano muito grande, "a anulação parcial causaria menos trauma". "Tem candidatos vão gostar e os que não vão gostar. Mas esse é o remedio", disse.
Pelas redes sociais
Os itens deste simulado foram colocados em redes sociais na internet por estudantes na noite de terça-feira (25). Após a divulgação, o MEC (Ministério da Educação) confirmou que pelo menos nove questões eram idênticas às aplicadas no último final de semana.