domingo, 31 de outubro de 2010

Como estudar para o Enem

O fortalecimento do Enem tem mudado a rotina dos estudantes. Por todos os Estados, escolas particulares tratam de arrumar uma forma de preparar melhor os seus alunos. É comum encontrarmos as famosas aulas extras para o vestibular, fora do horário convencional, agora destinadas ao Enem. Cursinhos pré-vestibular transformam-se em cursos “Pré-Enem”. As livrarias, as bancas e os sites de venda foram invadidos com novos materiais prometendo preparar o aluno para a prova.
Estudantes preocupados em ocupar uma destas vagas agora se dedicam a estudar para o Enem. Uma rápida busca pela palavra “Enem” no twitter demonstra que muitos candidatos levam a sério a necessidade de estudar para a prova. Alguns preferem estudar por conta própria. É importante lembrar que parte significativa dos candidatos já saiu do ensino médio.
Isto demonstra que a sociedade compreende ser o Enem uma prova diferente do vestibular convencional. Se não a reconhecesse como diferente, não existiriam tantas iniciativas dizendo-se “especializadas” no exame. Isto vem ao encontro com a idéia central do novo Enem, que é induzir mudanças no ensino médio. O esperado é que as iniciativas favoreçam uma educação focada na compreensão de fenômenos, na resolução de problemas, na construção de argumentação e na elaboração de propostas éticas pelo educando, tal qual será cobrado nas questões que aparecerão na prova.
Apesar de reconhecer a prova como diferente, o conjunto da sociedade, e até mesmo a maioria dos educadores, não sabe o que significa esta diferença. As aulas extras das escolas particulares, as aulas de reforço para o Enem oferecidas por algumas prefeituras, os novos materiais didáticos, os cursos pré-Enem e várias outras iniciativas, fora raras exceções, estão repletas do conteúdismo e da “decoreba” inútil do Ensino Médio e com pouquíssimo dos eixos cognitivos propostos pelo exame.
A prova cobrará sim alguns conteúdos. Eles são aqueles relacionados ao domínio das linguagens da natureza, da matemática e das humanidades. Para ficar mais fácil de entender, o Enem considera importante que você tenha o domínio dos conteúdos mínimos necessários para que possa aprender outros conteúdos, quando isto for necessário.
Vamos a alguns exemplos. Você, todos os dias precisa ler algum texto, conversa com outras pessoas, vê placas com símbolos e escuta música. Para entender tudo isso é importante conhecer os códigos criados pelo homem, como o português e outras formas de se comunicar.
Você acompanha quantos votos o seu candidato teve, quantos pontos seu time acumulou no campeonato, a quantidade de caixas de leite no armário, calcula quantos azulejos serão necessários para a reforma da cozinha e quanto irá gastar se precisar usar seu cheque especial. Para isto, é necessário conhecer os números, ler gráficos e tabelas e saber os conceitos de metro cúbico e juros compostos.
Aí você recebe um dinheiro extra e resolve fazer umas compras. Entre duas TVs de mesmo preço, resolve comprar a que gasta menos energia. Para isso, precisa conhecer ou ter a capacidade de aprender o conceito de KW/H e o de comparação de medidas. Vai para casa e, com sede, resolve tomar água. Para o bem da saúde pública de sua comunidade é importante que compreenda o ciclo da água.
Estes são alguns dos conteúdos exigidos. São, somente, aqueles necessários para aprender outros conteúdos. Isto é muito menor do que os programas curriculares das escolas de ensino médio. Estudar mais do que isto não faz sentido. Em relação ao conteúdo, o Enem quer saber se você é capaz de aprender, e não se você conhece todos os conteúdos existentes no mundo. Quem aprende certa quantidade de conteúdos prova que é capaz de aprender outros, quando isto for preciso. Esses conteúdos mínimos, que serão cobrados, estão listados na matriz de Competências e Habilidades do Enem.
O Enem divulgou também uma outra matriz, a de Conteúdos, que só serve para confundir educadores e estudantes. Sem sentido dentro da perspectiva de indução de mudanças no ensino médio, essa matriz é basicamente a cópia dos índices de materiais didáticos e de sistemas de ensino. A confusão aumenta por que o próprio ministro da Educação deu declarações, no ano passado, dizendo que o que ia cair na prova era o que se aprendia dentro das salas de aula.
Ele até tem razão se pensarmos que toda questão tem um conteúdo. O que falta o Ministério deixar claro para todos é que a maior parte dos conteúdos que vão aparecer na prova não precisa ter sido acumulado pelos candidatos. Na maior parte das questões, o conteúdo só servirá de pano de fundo para a interpretação, para a resolução de problemas ou para a demonstração da postura ética do examinado.
Existe um alento para aqueles que vão prestar o Enem e que até aqui estudaram conteúdos desnecessários e não fizeram atividades que desenvolvessem os eixos cognitivos capazes de orientar a resolução de situações-problema. Até agora existe uma enorme correlação entre as notas obtidas nos vestibulares convencionais e no Enem. Isto quer dizer que, na maioria dos casos, quem tem notas altas nos vestibulares convencionais tem nota alta no Enem e quem tem notas baixas nos vestibulares tem nota baixa no Enem.

Informar-se é preciso!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Temas mais frequentes do Enem

Alguns tópicos que se repetem nas provas merecem atenção redobrada; portanto
reveja seu conhecimento em:

PROBABILIDADES
TERMOQUÍMICA
VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS
REGRA DE TRÊS
CICLO DO CARBONO
CONSUMO E FONTES DE ENERGIA
ECOLOGIA
INTERPRETAÇÃO DE GRÁFICOS
DOENÇAS
GENÉTICA

Em atualidades observe que:

 Questões ambientais, por exemplo, são recorrentes, e o vazamento de petróleo no Golfo do México deve estar entre os tópicos do exame, apostam os professores. Já a Copa do Mundo deve trazer as questões sociais da África do Sul, ainda associada ao regime do apartheid. 
Você precisa estar atento ainda para temas como:
 IRÃ E QUESTÕES NUCLEARES
DESMATAMENTO
TERREMOTOS (HAITI E CHILE)
GENÉTICA
GRIPE A


  Márcio Haga, do Cursinho XI, lembra que, em matemática, conceitos de utilidade cotidiana e abrangente estão em destaque. Transformação de unidades, regras de três, porcentagens e probabilidades aparecem com frequencia. Em biologia, a atenção é para a ecologia e para doenças, que podem aparecer trazidas pelo grande número de casos de dengue registrados no Brasil neste ano. 


Já em química, o AQUECIMENTO  global é presença quase garantida, assim como os CICLOS  do carbono e do enxofre, aponta Haga. Em física, o tema energia domina a prova: fontes alternativas e consumo não devem surpreender o candidato. Nas ciência humanas, as questões que abordam a história e a geografia do Brasil aparecem com mais frequência e, em línguas, a gramática deve surgir em segundo plano: o destaque é para a interpretação de texto.
EM lÍNGUA ESTRANGEIRA  apesar de o formato das questões ainda ser desconhecido, os professores apostam que elas virão no mesmo tom do restante do exame, buscando apenas avaliar se o aluno consegue aplicar seus conhecimentos em situações cotidianas. A prova deverá ser recheada de textos, exigindo conhecimento de vocabulário e pouca gramática. “Aquele aluno que domina o que chamamos de inglês/espanhol instrumental não enfrentará dificuldades”. Quem conseguir fazer a prova de língua estrangeira dominando o conteúdo poderá sair na frente em matéria de resultado.
Ler jornais, revistas e assistir a noticiários é importante não só para resolver questões de geografia ou interdisciplinares, mas também para aguçar o raciocínio crítico, importante ferramenta na hora da escrever a redação. O hábito da leitura dá também agilidade para o aluno se desvencilhar com mais facilidade dos enunciados e textos de apoio. “Muitos alunos reclamam da extensão dos textos do Enem, mas certamente um bom leitor faz a prova com mais segurança e rapidez”, afirma Augusta Pereira, do Cursinho XI. 
Por mais que a interpretação e o raciocínio estejam priorizados na prova, sem a base teórica o aluno não consegue um bom rendimento no Enem. “Os conceitos precisam estar claros na cabeça do candidato ou ele não fará uma boa prova”, alerta Alberto Nascimento, do Anglo.


Veja.com

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Transgênicos - Vantagens e Desvantagens

VANTAGENS E DESVANTAGENS DOS ALIMENTOS TRANSGÊNICOS

Você já deve ter ouvido falar na sigla OGM, que quer dizer Organismo Geneticamente Modificado; ou, simplesmente transgênico. Especificamente, trata-se de um ser vivo cuja estrutura genética (a parte da célula onde está armazenado o código da vida), foi alterada pela inserção de genes de outro organismo, de modo a atribuir ao receptor características não programadas pela natureza. Uma planta que produz uma toxina antes só encontrada numa bactéria. Um microorganismo capaz de processar insulina humana.
Um  grão  acrescido de  vitaminas  e sais minerais que sua espécie  não  possuía. Tudo isso é  OGM.
A engenharia genética utiliza enzimas para quebrar a cadeia de DNA em determinados lugares, inserindo segmentos de outros organismos costurando a seqüência novamente. Os cientistas podem "cortar" e "colar" genes de um organismo e manipulando sua biologia natural a fim de obter características específicas (por exemplo, determinados genes podem ser inseridos numa planta para que ela produza toxinas contra pestes). Este método é muito diferente do que ocorre naturalmente com o desenvolvimento dos genes.
Os alimentos transgênicos são produtos da biotecnologia, que é uma ciência que, em termos gerais desenvolve produtos por meio de processos biológicos, como por exemplo a alteração genética de espécies através da tecnologia do DNA recombinante. Esta alteração ocorre entre espécies diferentes presentes na natureza e como objetivo de melhorar as características do organismo em estudo. A soja e o milho são exemplos de alimentos geneticamente modificados que estão sendo comercializados no mundo e já existem outros, como mamão, o feijão e o cacau, que ainda estão em estudo. Porém, a grande novidade é o arroz dourado, contendo beta-caroteno – precursor da vitamina A – e o tomate rico em licopeno.
Já foram permitidos nos EUA certas variedades de tomate, soja, algodão, milho, canola e batata. O plantio comercial intensivo também é feito na Argentina, Canadá e China. Na Europa, foi autorizada a comercialização de fumo, soja, canola, milho e chicória, (só o milho é plantado em escala comercial na França, Espanha e Alemanha.)
 Estima-se que aproximadamente 60% dos alimentos processados contenham algum derivado de soja transgênica e que 30% tenham ingredientes de milho transgênico. Porém, como a maioria destes produtos não estão rotulados, é impossível saber o quanto de alimentos transgênicos está presente em nossa mesa. Em grande parte do mundo os governos nem sequer são notificados se o milho ou a soja que eles importam dos EUA são produtos de um cultivo transgênico ou não.
No Brasil, segundo o artigo 225 da Constituição Federal Brasileira: "Todos tem direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial a sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder público e à Coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.
Parágrafo 1 – Para assegurar a efetividade desse direito, incube ao Poder Publico;
(...)
II- Preservar a diversidade e a integridade do Patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético
(...)
II – Exigir, na forma de lei, para a instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiental, a que se dará publicidade;
V – controlar a produção, a comercialização e o emprego de técnicas, métodos e substâncias que comportem risco para a vida, a qualidade de vida e o meio ambiente;
(...)

Em 1995, foi aprovada a Lei de Biossegurança no Brasil, que gerou a Constituição da CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), pertencente ao MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia). Este fato permitiu que se iniciassem os testes de campo com cultivos geneticamente modificados, que são hoje mais de 800.
Testes feitos em laboratórios europeus detectaram a presença de transgênicos em 11 lotes de produtos vendidos no Brasil, a maioria deles contendo a soja geneticametne modificada Roudup Ready, da Monsanto ou com o milho transgênico BT, da Novartis.
  • Nestogeno, da  Nestlé do Brasil, fórmula infantil a base de leite e soja para lactentes contendo soja RR;
  • Pringles original, da Procter e Gamble, batata frita contendo milho BT 176 da Novartir;
  • Salsicha Swift, da Swift Armour, salsichas tipo viena contendo soja RR.
  • Sopa knorr, da Refinações de Milho Brasil, mistura para sopa sabor creme de milho verde contendo soja RR;
  • Cup Noodles, da Nissin Ajinomoto, macarrão instantâneo sabor galinha contendo soja RR;
  • Cereal Shake Diet, da Alvebra Industrial, alimento para dietas contendo soja RR;
  • Bacós da Gourmond Alimentos (2 lotes diferentes), chips sabor bacon contendo soja RR;
  • Prosobee, da Bristol-Myers, fórmula não láctea à base de soja contendo soja RR;
  • Soy Milk, da Alvebra Industrial à base de soja contendo soja RR;
  • Supra Soy, da Jaspar, alimento à base de soro de leite e proteína isolada de soja contendo soja RR.




VANTAGENS DOS TRANSGÊNICOS
  1. O alimento pode ser enriquecido com um componente nutricional essencial. Um feijão geneticamente modificado por inserção de gene da castanha do Para passa produzir metionina, um aminoácido essencial para a vida. Um arroz geneticamente modificado produz vitamina A;
  2. O alimento pode ter a função de prevenir, reduzir ou evitar riscos de doenças, através de plantas geneticamente modificadas para produzir vacinas, ou iogurtes fermentados com microorganismo geneticamente modificados que estimulem o sistema imunológico;
  3. A planta pode resistir ao ataque de insetos, seca ou geada. Isso garante estabilidade dos preços e custos de produção. Um microorganismo geneticamente modificado produz enzimas usadas na fabricação de queijos e pães o que reduz o preço deste ingrediente; Sem falar ainda que aumenta o grau de pureza e a especificidade do ingrediente e permite maior flexibilidade para as indústrias;
  4. Aumento da produtividade agrícola através do desenvolvimento de lavouras mais produtivas e menos onerosas, cuja produção agrida menos o meio ambiente.




DESVANTAGENS DOS TRANSGÊNICOS
1.  O lugar em que o gene é inserido não pode ser controlado completamente, o que pode  causar resultados inesperados uma vez que os genes de outras partes do organismo podem ser  afetados.
2. Os genes são transferidos entre espécies que não se relacionam, como genes de animais em vegetais, de bactérias em plantas e até de humanos em animais. A engenharia genética não respeita as fronteiras da natureza – fronteiras que existem para proteger a singularidade de cada espécie e assegurar a integridade genética das futuras gerações.
3. A uniformidade genética leva a uma maior vulnerabilidade do cultivo porque a invasão de pestes, doenças e ervas daninha sempre é maior em áreas que plantam  o mesmo tipo de cultivo. Quanto maior for a variedade (genética) no sistema da agricultura, mais este sistema estará adaptado para enfrentar pestes, doenças e mudanças climáticas que tendem a afetar apenas algumas variedades.
4. Organismos antes cultivados para serem usados na alimentação estão sendo modificados para produzirem produtos farmacêuticos e químicos. Essas plantas modificadas poderiam fazer uma polinização cruzada  com espécies semelhantes e, deste modo, contaminar plantas utilizadas exclusivamente  na alimentação.  
5. Os alimentos transgênicos poderiam aumentar  as alergias. Muitas pessoas são alérgicas a determinados alimentos em virtude das proteínas que elas produzem. Há evidências de que os cultivos transgênicos podem proporcionar um potencial aumento  de alergias em relação a cultivos convencionais.




Visualiza-se que nos próximos anos pode-se ter ganhos expressivos em diversos setores da sociedade, como por exemplo nas indústrias de alimentos (produtos com maiores qualidades de cor, sabor, textura, rendimento) e farmacêuticas (plantas que ofereçam produtos farmacêuticos ou de maior efeito médico).
                  Por outro lado é preciso investir em ciência básica para estabelecer protocolos adequados às condições ambientais e a biodiversidade própria do território nacional. Devem ser criados mecanismos públicos de controle, monitoramento e avaliação dos riscos ambientais e sociais causados pela biotecnologia e seus produtos.
                 Muitas vezes o uso da engenharia genética na agricultura é justificada pelo aumento da população mundial. Porém, de acordo com as Nações Unidas, o mundo produz uma vez e meia a quantidade de alimentos necessária para alimentar toda a população do planeta.
                 Apesar disso, uma em cada sete pessoas passa fome no mundo . o problema da fome está, portanto, intimamente ligado com as desigualdades sociais. Assim sendo, a engenharia genética, pelo menos até o momento, não se mostrou capaz de ser uma alternativa para solucionar o problema. Pelo contrário, a falsa idéia de que a bioteconologia é a solução, permite que governos e indústrias se distanciem do seu compromisso político de lidar com as desigualdades sociais que levam à fome.
                 O futuro da pesquisa baseada na biotecnologia deverá ser determinado por uma relação de forças, e não há razão para que os agricultores e o público em geral, devidamente fortalecidos, não consigam influenciar o rumo da biotecnologia para atingir os objetivos sustentáveis.

Fonte: websitesaude

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Analisar é preciso !!!!!!!

* POR  Márcio Rogério Rocha


Queridos amigos, até agora fiquei como expectador das eleições que se aproximam como decisiva no próximo dia 30. Contemplei as mazelas da comunicação imediata. De fato, quero dizer, a mídia representa o quarto poder, haja vista que forma opiniões distorcidas, ao seu bel prazer e de acordo com sua conveniência. Vi pintarem um quadro da candidata Dilma que se enegreceu como força opositora. Esquecemos, por exemplo, que temas como o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo serão discutidos, independentemente do ganhador, pelo próximo presidente da república, já que o Presidente da República representa o poder executivo e dele emana a execução das lei formuladas pela sociedade, ou seja, através dos seus representantes eleitos para o congresso e senado. A ele - Presidente - vai caber a tarefa de sancioná-la com ou sem vetos. Outro fato que me chama atenção é que o Presidente Lula foi o melhor presidente que este país já conheceu. Lembro-me de sua campanha, em tudo parecida com a campanha da candidata do PT: não sabe falar em público, não sabe se expressar e - o pior - era petista. Nunca, amigos, na "história deste país" houve alguém que respondesse tanto aos anseios do povo como o Presidente Lula. Se dependesse da mídia massificadora, ele JAMAIS seria eleito.

Bem, vale a pena pensar um pouco e tomar decisão coerente sabendo porque tomá-la. Se o Serra for sua escolha, saiba com firmeza porque votar nele. Se for a Dilma sua candidata, como é a minha, faça-o com responsabilidade.
Não posso fechar os olhos para o crescimento social experimentado pelo Brasil nos últimos anos. Como professor não posso deixar de considerar os quase 500.000 beneficiários do Prouni, que agora dizem que foi copiado do Governo FHC. Bem está que naquele fatídico governo tudo era ideológico e nada saiu do papel para benefício do povo. O Lula fez!!!!!!

Reafirmo que precisamos ter uma visão clara do que devemos fazer, afinal o poder emana do povo. Acreditar é a palavra de ordem. Não nos deixemos olhar pelos olhos alheios e medíocres. Ampliemos nossa visão. Eu sou povo e do povo.... E VOCÊ???????????? 

Sei que muitos dirão que sou anticristão por isso, mas não estou na europa da idade média, mas num país democrático em que o poder é exercído pelo povo e para o povo. Minha opinião sobre Igreja e Religão pode ser dada quando for provocado. Por hora cabe dizer que sou e continuarei sendo Cristão e membro da Igreja SUD e em nada abala meu testemunho o fato de acreditar que o Brasil precisa continuar com o crescimento que vimos até aqui.

Um grande abraço,

Márcio.