O Dia da Terra foi comemorado dia 22.04. Criado em 1970, quando Gaylord Nelson, ativista ambiental norte-americano (representante no senado) convocou o primeiro protesto nacional (participaram duas mil universidades, dez mil escolas básicas e sedundárias e centenas de comunidades) contra a poluição, com o objetivo de se criar uma agenda ambiental. Como resultado criou-se a “Environmental Protection Agency” e decretaram-se uma série de leis de proteção ambiental.A partir de 1990, outros países passaram a celebrar a data. O Dia da Terra vem ganhando cada vez mais destaque desde que foi criado . Este ano, mais de 500 milhões de pessoas comemoraram o Dia da Terra em 85 países.
"Juntos pelo Dia da Terra – você faz diferença”. Foi com este lema que Brasília participou da comemoração internacional do Dia da Terra, realizada no Parque Nacional de Brasília (Parque da Água Mineral)em 22 de abril. O evento teve como objetivo despertar a consciência de todos para a preservação e a conservação do meio ambiente em nosso planeta. No Parque Nacional, os visitantes puderam participar de uma série de atividades educativas, de uma exposição sobre o meio ambiente, contando com especialistas disponíveis para informar e tirar dúvidas, exibição de fotografias, vídeos, músicas, além da distribuição de brindes. O evento foi organizado pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), Embaixada dos Estados Unidos, Administração do Parque Nacional de Brasília, Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA) e Ministério do Meio Ambiente (MMA).
O Presidente americano, Barack Obama, anunciou também que os Estados Unidos irão avançar com uma “revolução” energética para pôr fim à dependência externa de petróleo e para combater as alterações climáticas, noticiou a AFP.
O Presidente defendeu ardentemente uma nova economia impulsionada pelas energias renováveis, particularmente pela energia eólica. “Os Estados Unidos demoraram demasiado a participar neste processo. (...) Convidamos os outros países a juntarem-se a nós para que possamos tratar deste problema em conjunto”, disse, reafirmando o seu desejo de ver as emissões de dióxido de carbono diminuir cerca de 80 por cento até 2050.
Barack Obama comemorou o Dia da Terra em Maytag, uma fábrica em Newton, no estado de Iowa, que cessou a actividade como produtor de electrodomésticos para se converter na Trinity Structural Towers, que produz equipamentos de energia eólica.
Obama recordou ainda o peso que a importação de petróleo tem no défice comercial dos Estados Unidos e que uma diversificação dos recursos energéticos poderá significar a criação de milhares de postos de trabalho.
Simultaneamente, o tema das energias renováveis era discutido no Congresso, com particular ênfase no papel dos Estados Unidos no enquadramento mundial, de acordo com a Reuters. Todd Stern, principal representante dos Estados Unidos para as negociações para limitar as alterações climáticas, disse que os esforços mundiais para combater o aquecimento global não terão qualquer efeito se os Estados Unidos não criarem uma legislação que limite a emissão de gases que aumentem o efeito de estufa.
Em Dezembro realizar-se-á uma reunião que terá lugar em Copenhaga, com países de todo o mundo para criar um novo plano para abordar as mudanças climáticas, sucessor do protocolo de Quioto.
"Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova reverência face à vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a intensificação da luta pela justiça e pela paz, e a alegre celebração da vida." - Carta da Terra.(A carta da terra pode ser lida no site: www.fundacaonatureza.org.br.
sábado, 25 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
Dia 19/04 - Dia do Indio - Documentário investiga massacre de índios isolados em Rondônia
Diretor demorou nove anos para encontrar sobreviventes.
Filme será exibido no festival. É Tudo Verdade - A ocupação da Amazônia pelo homem branco causou inúmeros conflitos com os habitantes originais dessa região, os indígenas, que quase sempre levaram a pior na disputa.
O festival de documentários - É Tudo Verdade - traz um filme que investiga um desses episódios de barbárie: o massacre, em 1985, de um grupo de índios isolados (que não tinha contato com os brancos) que vivia no sul de Rondônia. terra foi dividida para colonização nos anos 70 e nela foram estabelecidas grandes propriedades rurais. “Conversei com a firma que demarcou a gleba e os índios foram encontrados já na quela época. Duas equipes chegaram a largar a demarcação. Ela deveria ter sido interrompida”, diz Vincent Carelli, diretor de ‘Corumbiara’, que pesquisou o massacre durante 20 anos.Levamos 9 anos para achar os sobreviventes e mais 2 para encontrar outros índios que soubessem falar sua língua para que pudéssemos nos comunicar com eles”, conta o diretor. O primeiro contato foi em 1995. “No massacre morreram entre oito e dez pessoas, e outras sete sobreviveram”, diz Carelli. “Dois dos sobreviventes têm marcas de bala”.
Ninguém foi condenado pelo massacre, mas o cineasta, que antes trabalhava na Fundação Nacional do Índio (Funai), tem esperança de que se faça justiça: “Na época não houve investigação, mas o crime de genocídio não prescreve”.
Assista trailler do filme:
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM988946-7822-ASSISTA+AO+TRAILER+DO+FILME+CORUMBIARA,00.html
Fonte:Globo.com
Filme será exibido no festival. É Tudo Verdade - A ocupação da Amazônia pelo homem branco causou inúmeros conflitos com os habitantes originais dessa região, os indígenas, que quase sempre levaram a pior na disputa.
O festival de documentários - É Tudo Verdade - traz um filme que investiga um desses episódios de barbárie: o massacre, em 1985, de um grupo de índios isolados (que não tinha contato com os brancos) que vivia no sul de Rondônia. terra foi dividida para colonização nos anos 70 e nela foram estabelecidas grandes propriedades rurais. “Conversei com a firma que demarcou a gleba e os índios foram encontrados já na quela época. Duas equipes chegaram a largar a demarcação. Ela deveria ter sido interrompida”, diz Vincent Carelli, diretor de ‘Corumbiara’, que pesquisou o massacre durante 20 anos.Levamos 9 anos para achar os sobreviventes e mais 2 para encontrar outros índios que soubessem falar sua língua para que pudéssemos nos comunicar com eles”, conta o diretor. O primeiro contato foi em 1995. “No massacre morreram entre oito e dez pessoas, e outras sete sobreviveram”, diz Carelli. “Dois dos sobreviventes têm marcas de bala”.
Ninguém foi condenado pelo massacre, mas o cineasta, que antes trabalhava na Fundação Nacional do Índio (Funai), tem esperança de que se faça justiça: “Na época não houve investigação, mas o crime de genocídio não prescreve”.
Assista trailler do filme:
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM988946-7822-ASSISTA+AO+TRAILER+DO+FILME+CORUMBIARA,00.html
Fonte:Globo.com
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Recebi essa mensagem abaixo de uma pessoa querida,texto este,que representa realmente o significado da PÁSCOA.
A TODOS OS USUÁRIOS DESSE BLOG UMA FELIZ PÁSCOA E QUE O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA PÁSCOA ENCONTRE EM SEUS CORAÇÕES A PAZ QUE CRISTO QUIS NOS DAR...

PÁSCOA HOJE E SEMPRE
Sá de Freitas
A PÁSCOA SIMBOLIZA A RESSURREIÇÃO:
Ressuscitemos então aquele perdão já sem vida no âmago da nossa alma e que alguém por ele, talvez, esteja esperando com tanta ansiedade; Ressuscitemos aquela fração de amor que está inerme em nosso coração e a distribuamos àquela criança, aquele idoso, aquele faminto, aquele que dorme ao relento e que, evidentemente, estão muito carentes; Ressuscitemos a caridade que, diante das ingratidões, deve estar morta e que, por falta dela, muitas pessoas por certo estão parecendo.
A PÁSCOA SIMBOLIZA LIBERTAÇÃO:
Libertemos-nos, sem demora, do ódio, das mágoas e de todas as mazelas que viçam em nós; Livremos-nos daquela desilusão, daquela revolta, da quela inconformação e daquela desesperança que teimam em habitar o nosso íntimo; Quebremos os elos da corrente que nos prende ao passado triste, a trazer recordações doídas.
A PÁSCOA SIMBOLIZA RENOVAÇÃO
Renovemos em nós, o mais breve possível, a fé, a esperança, os sonhos, a vontade de viver, a autoestima e, principalmente, o desejo de servirmos a Deus e aos nossos semelhantes.
A PÁSCOA SIMBOLIZA ABUNDÂNCIA
Transbordemos, agora, o nosso coração de paz, a nossa alma de alegria, a nossa mente de bons pensamentos e as nossas mãos de dádivas, para que o Pai Eterno também transborde a nossa vida de bênçãos. Entretanto... façamos com que a PÁSCOA seja hoje e sempre o exemplo Divino, para prosseguirmos no caminho dos nossos atos, a fim de que não venha a se limitar apenas em simbologias, apresentadas por essa data em que comemoramos a RESSURREIÇÃO DO DIVINO MESTRE.
FELIZ PÁSCOA PARA VOCÊ E PARA TODA A SUA FAMÍLIA.
A TODOS OS USUÁRIOS DESSE BLOG UMA FELIZ PÁSCOA E QUE O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA PÁSCOA ENCONTRE EM SEUS CORAÇÕES A PAZ QUE CRISTO QUIS NOS DAR...

PÁSCOA HOJE E SEMPRE
Sá de Freitas
A PÁSCOA SIMBOLIZA A RESSURREIÇÃO:
Ressuscitemos então aquele perdão já sem vida no âmago da nossa alma e que alguém por ele, talvez, esteja esperando com tanta ansiedade; Ressuscitemos aquela fração de amor que está inerme em nosso coração e a distribuamos àquela criança, aquele idoso, aquele faminto, aquele que dorme ao relento e que, evidentemente, estão muito carentes; Ressuscitemos a caridade que, diante das ingratidões, deve estar morta e que, por falta dela, muitas pessoas por certo estão parecendo.
A PÁSCOA SIMBOLIZA LIBERTAÇÃO:
Libertemos-nos, sem demora, do ódio, das mágoas e de todas as mazelas que viçam em nós; Livremos-nos daquela desilusão, daquela revolta, da quela inconformação e daquela desesperança que teimam em habitar o nosso íntimo; Quebremos os elos da corrente que nos prende ao passado triste, a trazer recordações doídas.
A PÁSCOA SIMBOLIZA RENOVAÇÃO
Renovemos em nós, o mais breve possível, a fé, a esperança, os sonhos, a vontade de viver, a autoestima e, principalmente, o desejo de servirmos a Deus e aos nossos semelhantes.
A PÁSCOA SIMBOLIZA ABUNDÂNCIA
Transbordemos, agora, o nosso coração de paz, a nossa alma de alegria, a nossa mente de bons pensamentos e as nossas mãos de dádivas, para que o Pai Eterno também transborde a nossa vida de bênçãos. Entretanto... façamos com que a PÁSCOA seja hoje e sempre o exemplo Divino, para prosseguirmos no caminho dos nossos atos, a fim de que não venha a se limitar apenas em simbologias, apresentadas por essa data em que comemoramos a RESSURREIÇÃO DO DIVINO MESTRE.
FELIZ PÁSCOA PARA VOCÊ E PARA TODA A SUA FAMÍLIA.
segunda-feira, 30 de março de 2009
JECA TATU - MONTEIRO LOBATO
Jeca Tatu é um personagem criado por Monteiro Lobato em sua obra Urupês contendo doze historias baseado no trabalhador rural paulista. Simboliza a situação do caboclo brasileiro, abandonado pelos poderes públicos às doenças seu atraso e à indigência. "Jeca Tatu não é assim, ele está assim". A frase de Monteiro Lobato, sobre um dos seus mais populares personagens, refere sua obra para além das estórias infantis e incomoda a elite intelectual da época, acostumada a uma visão romântica do homem do campo. Jeca Tatu, um caipira de barba rala e calcanhares rachados – porque não gostava de usar sapatos, era pobre, ignorante e averso aos hábitos de higiene urbanos. Morava na região do Vale do Paraíba (SP), distinta por seu atraso. O trabalho do escritor voltado para várias questões sociais, dentre elas a saúde pública no país, repercute na política e na campanha sanitarista da década de 1920, denunciando a precariedade da saúde das populações rurais, com impacto na redefinição das atribuições do governo no campo da saúde. Num primeiro momento, em artigos publicados no jornal O Estado de São Paulo, (1914), Lobato pensa o caboclo como uma praga nacional: funesto parasita da terra (...) homem baldio, inadaptável à civilização (...), responsabilizando-o pelos problemas da agricultura. A história do Jeca Tatu relaciona-se com a de Lobato. Segundo seus biógrafos, em 1911 ele herda do avô a fazenda Buquira, no Vale do Paraíba (SP), tornando-se fazendeiro. Desentende-se com empregados e cria uma figura desqualificada do caipira, considera-o preguiçoso demais para promover melhorias no seu modus vivendi. No entanto, no bojo das campanhas sanitaristas, Monteiro Lobato modifica sua análise do problema: Pobre Jeca. Como és bonito no romance e feio na realidade., transformando-o num novo símbolo de brasilidade. Não por acaso, em 1924, foi criado o personagem radiofônico Jeca Tatuzinho, que ensinava noções de higiene e saneamento às crianças.(Fonte:net.com)
domingo, 29 de março de 2009
As crianças e a violência na Televisão

"Há uma ligação óbvia entre a ocorrência de violência na Sociedade e a tematização e representação da mesma na midia. Mas qual a natureza da ligação? Que causalidade é envolvida? A mídia espelha simplesmente a violência real da sociedade? Ou causam-na e contribuem para ela?
Uma mensagem preocupante que a Televisão nos vende progressivamente é a de que a violência é aceitável. A Televisão diz que a violência é trivial, lugar comum, de todos os dias, mundana. Faz parte da vida, é normal. É parte da nossa cultura moderna. E também pode ser divertida (de uma forma doentia e irônica).
A Televisão também ensina algo ainda mais corruptível – que a inteligência está fora de moda e que a força bruta é que está a dar. A moralidade está ultrapassada. Os policiais são estúpidos e os criminosos é que são os espertos. Há uma selva lá fora, envolvendo homens, mulheres e crianças e, no entanto, está tudo bem.
Vivemos numa era de crimes progressivos de violência contra pessoas e propriedades, desde o abuso de crianças a esposas (ou maridos), violência nos jogos de futebol, vandalismo contra idosos ou outras pessoas indefesas por um simples punhado de moedas.
A Televisão é simplesmente a nossa maior influência. Muitos jovens praticaram milhares de crimes representados na Televisão quando atingiram a idade de 18 anos. Não é despropositado assumir, fazendo um balanço de probabilidade, que esta preocupação com a violência está intimamente ligada a efeitos prejudiciais.
A violência na Televisão é enfeitiçadora e memorável. Uma cena que dura apenas alguns segundos – transmitida numa pequena parte de um programa – pode ser recordada a longo prazo mais do qualquer outra cena da história. A violência possui uma mensagem muito contagiosa e produz frequentemente um efeito direto.As crianças imitam frequentemente as cenas violentas dos filmes.
As crianças imitam o que veem. Elas transformam isso em jogos, magoando outras crianças. A violencia brutaliza. Torna as pessoas rudes e deprime os outros. O seu impacto é aniquilador e corruptível. A violência na Televisão não é só agressão infantil física ou verbal, tal como bater em alguém. Ela representa formas diretas e sérias de agressão. Por exemplo, disparar um revólver sobre alguém, atacar uma vítima com um faca, atear fogo num edifício, cortar alguém com uma garrafa partida são cenas drásticas produzidas para dar efeitos visuais.A arma de fogo é um dos instrumentos mais presentes nos filmes de violência.
Alguns produtores de Televisão, diretores de filmes, riem das preocupações acerca da violência. Dizem: "É realista. Reflete a realidade. É o que os espectadores querem. Não precisa de ver isso, precisa? Pode sempre desligar o televisor".
Mas não se tem muita escolha, principalmente quando estas cenas não são esperadas. Não se compra um televisor para mantê-lo desligado. Não se pode "desligar" a mente ou abster-se de algo desagradável que está a ser transmitido a cada momento. Os pais não podem estar presentes a todo o instante para assistir com as crianças aos programas infantis durante as horas que elas dispõem, nem devem."
A prevalência da violência na sociedade é um problema complexo que não será resolvido facilmente. Investigadores referem constantemente que a violência na mídia é apenas uma manifestação do grande fascínio da sociedade pela violência. Contudo, a violência na mídia não é apenas um reflexo da violência na sociedade, é também um contributo. Se a nossa nação deseja produzir gerações futuras de adultos produtivos que rejeitem a violência como um meio de resolver problemas, temos de reafirmar o papel vital do Governo em proteger os seus cidadãos mais vulneráveis e, juntos, trabalhar para que a mídia faça parte dessa solução.
Fonte: Ana Lúcia de Oliveira Morais
4º Ano do Curso de Comunicação Social
4º Ano do Curso de Comunicação Social
Leia mais sobre o tema "Violência e TV" nos links ao lado,
sábado, 21 de março de 2009
Dia Mundial da água

Dia 22 de março é a data escolhida pela Organização das Nações Unidas para celebrar o Dia Mundial da Água. Mais do que uma comemoração, é um momento para conscientizar a população do planeta a respeito dos problemas relativos à escassez deste elemento indispensável à vida. Cerca de dois terços do corpo humano são constituídos de água, assim como a superfície terrestre, que tem dois terços de sua composição líquida. É o elemento que melhor simboliza a essência humana. No entanto, embora a Terra seja conhecida como o "planeta azul", a água disponível para consumo não é tão abundante como se pode imaginar.
A previsão de água doce está diminuindo a nível mundial. O Brasil é um país privilegiado ,pois aqui estão 11,6% de toda a água doce do planeta. Aqui também se encontra o Rio Amazonas e parte do reservatório subterrâneo do planeta o Sistema Aquífero Guarani no entanto,a água está mal distribuída: 70% da água doce do Brasil estão no Amazônas,onde vivem 7% da população e 3% de água para o Nordeste. Em Pernambuco apenas 1.310 litros de água por ano por habitantes e no Distrito Federal é de 1,700 litros de água, quando o recomendado é 2.000.
•Do total de água no mundo 97,6% é salgada e apenas 2,4% é doce e 0,85 é considerada potável.
•A quantidade de água doce produzida pelo ciclo hidrológico é a mesma de 1950 e deverá ser a mesma de 2050.
•Em 2050,4,2 bilhões de pessoas estarão vivendo com menos de 50 litros de água.
•Hoje 1,1 bilhão de pessoas já não tem acesso a água limpa.
•54% das reservas de água doce são utilizadas por ano em 2050 deve subir para 70% com o crescimento populacional.
•50% do esgoto paulistano é tratado, de acordo com o Instituto Ambiental Vidágua, de Bauru.
A Terra está distribuída há cerca de 1.360.000.000 km³ de água que são atribuídas das seguintes formas:
•1320.000.000 km³ (97%) são água do mar.
•40.000.000 km³ (3%) são água doce.
•2500.000.000 km³ (1,8) como gelo.
•1300.000.000 km³(0,96%) como água subterrânea.
•250.000 km³ (0,02%) em lagos e rios
•13.000km³(0,0001%) como vapor de água.
Escassez de água dificultará combate a fome
O agravamento da escassez de água dificultará o combate da fome no mundo. O motivo é a falta de água para produção de alimentos. Alguns países já são obrigados a escolher entre produzir alimentos ou levar a água para a população das cidades beber.Portanto vale uma reflexão:Até quando vamos continuar desperdiçando água nas nossas atividades do dia a dia?
PARE!!!!!
PENSE!!!!!!!
REFLITA!!!!!!!!
A previsão de água doce está diminuindo a nível mundial. O Brasil é um país privilegiado ,pois aqui estão 11,6% de toda a água doce do planeta. Aqui também se encontra o Rio Amazonas e parte do reservatório subterrâneo do planeta o Sistema Aquífero Guarani no entanto,a água está mal distribuída: 70% da água doce do Brasil estão no Amazônas,onde vivem 7% da população e 3% de água para o Nordeste. Em Pernambuco apenas 1.310 litros de água por ano por habitantes e no Distrito Federal é de 1,700 litros de água, quando o recomendado é 2.000.
•Do total de água no mundo 97,6% é salgada e apenas 2,4% é doce e 0,85 é considerada potável.
•A quantidade de água doce produzida pelo ciclo hidrológico é a mesma de 1950 e deverá ser a mesma de 2050.
•Em 2050,4,2 bilhões de pessoas estarão vivendo com menos de 50 litros de água.
•Hoje 1,1 bilhão de pessoas já não tem acesso a água limpa.
•54% das reservas de água doce são utilizadas por ano em 2050 deve subir para 70% com o crescimento populacional.
•50% do esgoto paulistano é tratado, de acordo com o Instituto Ambiental Vidágua, de Bauru.
A Terra está distribuída há cerca de 1.360.000.000 km³ de água que são atribuídas das seguintes formas:
•1320.000.000 km³ (97%) são água do mar.
•40.000.000 km³ (3%) são água doce.
•2500.000.000 km³ (1,8) como gelo.
•1300.000.000 km³(0,96%) como água subterrânea.
•250.000 km³ (0,02%) em lagos e rios
•13.000km³(0,0001%) como vapor de água.
Escassez de água dificultará combate a fome
O agravamento da escassez de água dificultará o combate da fome no mundo. O motivo é a falta de água para produção de alimentos. Alguns países já são obrigados a escolher entre produzir alimentos ou levar a água para a população das cidades beber.Portanto vale uma reflexão:Até quando vamos continuar desperdiçando água nas nossas atividades do dia a dia?
PARE!!!!!
PENSE!!!!!!!
REFLITA!!!!!!!!
A nova ortografia
Trema – desaparece em todas as palavras
Antes
Freqüente, lingüiça, agüentar
Agora
Frequente, linguiça, aguentar
* Fica o acento em nomes como Müller
Acentuação:
a) some o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (as que têm a penúltima sílaba mais forte)
Antes
idéia, heróico, apóio, bóia, asteróide, Coréia, estréia, jóia, platéia, paranóia, jibóia, assembléia
Agora
ideia, heroico, apoio, boia, asteroide, Coreia, estreia, joia, plateia, paranoia, jiboia, assembleia
* Herói, papéis, troféu mantêm o acento (porque têm a última sílaba mais forte)
b) some o acento no i e no u fortes depois de ditongos (junção de duas vogais), em palavras paroxítonas
Antes
Baiúca, bocaiúva, feiúra
Agora
Baiuca, bocaiuva, feiura
* Se o i e o u estiverem na última sílaba, o acento continua como em: tuiuiú ou Piauí
c) some o acento circunflexo das palavras terminadas em êem e ôo (ou ôos)
Antes
Crêem, dêem, lêem, vêem, prevêem, vôo, enjôos
Agora
Creem, deem, leem, veem, preveem, voo, enjoos
d) some o acento diferencial
Antes
Pára, péla, pêlo, pólo, pêra, côa
Agora
Para, pela, pelo, polo, pera, coa
* Não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo
e) some o acento agudo no u forte nos grupos gue, gui, que, qui, de verbos como averiguar, apaziguar, arguir, redarguir, enxaguar
Antes
Averigúe, apazigúe, ele argúi, enxagúe você
Agora
Averigue, apazigue, ele argui, enxague você
Observação: as demais regras de acentuação permanecem as mesmas
Hífen – veja como ficam as principais regras do hífen com prefixos:
Usa-se hífen
I- Com prefixos
1) Nos vocábulos formados com todos os prefixos, quando o segundo elemento começar com h:
anti-higiênico, arqui-hipérbole, co-herdeiro, extra-hepático, geo-história, macro-história, mini-hotel, neo-humorismo, sobre-humano, super-homem, etc
Exceção: subumano (o segundo elemento perde o h).
2) Nos vocábulos em que o prefixo termina por vogal, e o segundo elemento começa com a mesma vogal:
Ex.: Ex.: anti-ibérico, arqui-inimigo, auto-observar, contra-ataque, eletro-ótica, infra-assinado, micro-ondas, semi-interno, supra-axilar.
Observação: O prefixo co-, aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo que este comece por o: cooperação, coordenação.
3) Nos vocábulos com os prefixos circum- e pan-, cujo segundo elemento começar por m, n ou vogal:
Ex.:circum-navegação, pan-americano, circum-escolar.
4) Nos vocábulos com os prefixos hiper-, inter- e super, quando o segundo elemento iniciar por r:
Ex.: hiper-racional, inter-regional, super-real.
5) Nos vocábulos com os prefixos tônicos pós-, pré- e pró- (acentuados graficamente):
Ex.: pós-graduado, pré-adolescente, pró-americano.
6) Nos vocábulos com os prefixos ex-(quando significa estado anterior), sota-, soto- e vice:
Ex.: ex-marido, sota-ministro (vice-ministro), soto-piloto, vice-presidente.
7) Nos vocábulos com o prefixo sub-, quando o segundo elemento começar por b ou r:
Ex.: sub-base, sub-raça.
II - Com sufixos
8) Nos vocábulos terminados por sufixos de origem tupi-guarani com valor de adjetivo, como açu, guaçu e mirim, quando o primeiro elemento terminar em vogal acentuada ou quando a pronúncia assim o exigir:
Ex.: capim-açu, amoré-guaçu, anajá-mirim.
III- Com: além, aquém, recém, sem
9) Como primeiro elemento do vocábulo:
Ex.: além-mar, aquém-fronteira, sem-teto.
IV – Com bem
10) Como primeiro elemento do vocábulo em que o segundo elemento é começado por vogal ou h:
Ex.: bem-educado, bem-humorado.
Observações:
1) Quando o segundo elemento não for iniciado por p nem b, pode não haver aglutinação:
Ex.: bem-vindo; bem-criado, bem-falante, bem-visto.
2) Muitos são os casos em que o bem aparece aglutinado com o segundo elemento:
Ex.: benfeitor, benquerença, benfazejo, etc.
V- Com mal
11) Como primeiro vocábulo, se o segundo elemento começar por vogal ou h:
Ex.: mal-estar, mal-humorado.
VI – Nas palavras compostas
12) Que adquirem novo significado, mantendo o acento próprio:
Ex.: primeiro-ministro, decreto-lei, amor-perfeito, guarda-noturno.
13)Que designam espécies botânicas e zoológicas:
Ex.:bem-te-vi, couve-flor, andorinha-do-mar, batata-inglesa, feijão-verde.
VII – Para ligar duas ou mais palavras
14) Que ocasionalmente se combinam, formando encadeamentos vocabulares:
Ex.: ponte Rio-Niterói, ligação Angola-Moçambique.
Não se usa hífen
I – Com prefixos
1) Nos vocábulos com os prefixos des- e in-.
Se o segundo elemento começar por h, essa letra cai:
Ex.: desumano, inábil.
2) Nos vocábulos em que o prefixo termina em vogal, e o segundo elemento inicia por vogal diferente:
Ex.: antiaéreo, autoescola, coautor, autoinstrução, extraescolar, infraestrutura.
3) Nos vocábulos em que o prefixo termina por vogal, e o segundo elemento começa por letra diferente de r ou s:
Ex.: anteprojeto, supermercado, microcomputador, autopeça.
4) Nos vocábulos em que o prefixo termina em vogal, e o segundo elemento inicia por r ou s. Nesse caso, essas letras serão duplicadas:
Ex.: antirreligioso, contrarregra, minissaia, contrassenso, microssistema, multissecular.
II - Nas locuções
5) Substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas e conjuncionais:
Ex.: fim de semana, cor de vinho, nós mesmos, depois de amanhã, a fim de, uma vez que.
Observação: Há exceções de casos consagrados pelo uso:
Ex.: água-de-colônia, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, à queima-roupa.
O período de adaptação às novas regras é de quatro anos, ou seja, até 2012, tanto as normas antigas quanto as novas valem para qualquer situação. Independente de qualquer reforma oficial, o português falado no Brasil está sempre sendo modificado, moldado no dia-a-dia pelas necessidades dos usuários, e não, pelas regras gramaticais ou por acordos ortográficos,mas ecrever corretamente em muito o ajudará,pois a escrita formal em produções de texto e na vida profissional se faz necessário.
Referências:
REFORMA ortográfica da língua portuguesa: guia prático. Mercado Editorial, 2008. TUFANO, Douglas. Guia prático da nova ortografia. São Paulo: Melhoramentos, 2008.
Antes
Freqüente, lingüiça, agüentar
Agora
Frequente, linguiça, aguentar
* Fica o acento em nomes como Müller
Acentuação:
a) some o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (as que têm a penúltima sílaba mais forte)
Antes
idéia, heróico, apóio, bóia, asteróide, Coréia, estréia, jóia, platéia, paranóia, jibóia, assembléia
Agora
ideia, heroico, apoio, boia, asteroide, Coreia, estreia, joia, plateia, paranoia, jiboia, assembleia
* Herói, papéis, troféu mantêm o acento (porque têm a última sílaba mais forte)
b) some o acento no i e no u fortes depois de ditongos (junção de duas vogais), em palavras paroxítonas
Antes
Baiúca, bocaiúva, feiúra
Agora
Baiuca, bocaiuva, feiura
* Se o i e o u estiverem na última sílaba, o acento continua como em: tuiuiú ou Piauí
c) some o acento circunflexo das palavras terminadas em êem e ôo (ou ôos)
Antes
Crêem, dêem, lêem, vêem, prevêem, vôo, enjôos
Agora
Creem, deem, leem, veem, preveem, voo, enjoos
d) some o acento diferencial
Antes
Pára, péla, pêlo, pólo, pêra, côa
Agora
Para, pela, pelo, polo, pera, coa
* Não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo
e) some o acento agudo no u forte nos grupos gue, gui, que, qui, de verbos como averiguar, apaziguar, arguir, redarguir, enxaguar
Antes
Averigúe, apazigúe, ele argúi, enxagúe você
Agora
Averigue, apazigue, ele argui, enxague você
Observação: as demais regras de acentuação permanecem as mesmas
Hífen – veja como ficam as principais regras do hífen com prefixos:
Usa-se hífen
I- Com prefixos
1) Nos vocábulos formados com todos os prefixos, quando o segundo elemento começar com h:
anti-higiênico, arqui-hipérbole, co-herdeiro, extra-hepático, geo-história, macro-história, mini-hotel, neo-humorismo, sobre-humano, super-homem, etc
Exceção: subumano (o segundo elemento perde o h).
2) Nos vocábulos em que o prefixo termina por vogal, e o segundo elemento começa com a mesma vogal:
Ex.: Ex.: anti-ibérico, arqui-inimigo, auto-observar, contra-ataque, eletro-ótica, infra-assinado, micro-ondas, semi-interno, supra-axilar.
Observação: O prefixo co-, aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo que este comece por o: cooperação, coordenação.
3) Nos vocábulos com os prefixos circum- e pan-, cujo segundo elemento começar por m, n ou vogal:
Ex.:circum-navegação, pan-americano, circum-escolar.
4) Nos vocábulos com os prefixos hiper-, inter- e super, quando o segundo elemento iniciar por r:
Ex.: hiper-racional, inter-regional, super-real.
5) Nos vocábulos com os prefixos tônicos pós-, pré- e pró- (acentuados graficamente):
Ex.: pós-graduado, pré-adolescente, pró-americano.
6) Nos vocábulos com os prefixos ex-(quando significa estado anterior), sota-, soto- e vice:
Ex.: ex-marido, sota-ministro (vice-ministro), soto-piloto, vice-presidente.
7) Nos vocábulos com o prefixo sub-, quando o segundo elemento começar por b ou r:
Ex.: sub-base, sub-raça.
II - Com sufixos
8) Nos vocábulos terminados por sufixos de origem tupi-guarani com valor de adjetivo, como açu, guaçu e mirim, quando o primeiro elemento terminar em vogal acentuada ou quando a pronúncia assim o exigir:
Ex.: capim-açu, amoré-guaçu, anajá-mirim.
III- Com: além, aquém, recém, sem
9) Como primeiro elemento do vocábulo:
Ex.: além-mar, aquém-fronteira, sem-teto.
IV – Com bem
10) Como primeiro elemento do vocábulo em que o segundo elemento é começado por vogal ou h:
Ex.: bem-educado, bem-humorado.
Observações:
1) Quando o segundo elemento não for iniciado por p nem b, pode não haver aglutinação:
Ex.: bem-vindo; bem-criado, bem-falante, bem-visto.
2) Muitos são os casos em que o bem aparece aglutinado com o segundo elemento:
Ex.: benfeitor, benquerença, benfazejo, etc.
V- Com mal
11) Como primeiro vocábulo, se o segundo elemento começar por vogal ou h:
Ex.: mal-estar, mal-humorado.
VI – Nas palavras compostas
12) Que adquirem novo significado, mantendo o acento próprio:
Ex.: primeiro-ministro, decreto-lei, amor-perfeito, guarda-noturno.
13)Que designam espécies botânicas e zoológicas:
Ex.:bem-te-vi, couve-flor, andorinha-do-mar, batata-inglesa, feijão-verde.
VII – Para ligar duas ou mais palavras
14) Que ocasionalmente se combinam, formando encadeamentos vocabulares:
Ex.: ponte Rio-Niterói, ligação Angola-Moçambique.
Não se usa hífen
I – Com prefixos
1) Nos vocábulos com os prefixos des- e in-.
Se o segundo elemento começar por h, essa letra cai:
Ex.: desumano, inábil.
2) Nos vocábulos em que o prefixo termina em vogal, e o segundo elemento inicia por vogal diferente:
Ex.: antiaéreo, autoescola, coautor, autoinstrução, extraescolar, infraestrutura.
3) Nos vocábulos em que o prefixo termina por vogal, e o segundo elemento começa por letra diferente de r ou s:
Ex.: anteprojeto, supermercado, microcomputador, autopeça.
4) Nos vocábulos em que o prefixo termina em vogal, e o segundo elemento inicia por r ou s. Nesse caso, essas letras serão duplicadas:
Ex.: antirreligioso, contrarregra, minissaia, contrassenso, microssistema, multissecular.
II - Nas locuções
5) Substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas e conjuncionais:
Ex.: fim de semana, cor de vinho, nós mesmos, depois de amanhã, a fim de, uma vez que.
Observação: Há exceções de casos consagrados pelo uso:
Ex.: água-de-colônia, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, à queima-roupa.
O período de adaptação às novas regras é de quatro anos, ou seja, até 2012, tanto as normas antigas quanto as novas valem para qualquer situação. Independente de qualquer reforma oficial, o português falado no Brasil está sempre sendo modificado, moldado no dia-a-dia pelas necessidades dos usuários, e não, pelas regras gramaticais ou por acordos ortográficos,mas ecrever corretamente em muito o ajudará,pois a escrita formal em produções de texto e na vida profissional se faz necessário.
Referências:
REFORMA ortográfica da língua portuguesa: guia prático. Mercado Editorial, 2008. TUFANO, Douglas. Guia prático da nova ortografia. São Paulo: Melhoramentos, 2008.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Redação: O "Monstro" do vestibular...
Especialistas garantem: um texto claro, conciso e objetivo é a arma mais poderosa para derrotar o fantasma da redação. Destaques dos jornais nacionais e internacionais, têm grandes chances de chegar ao vestibular devido estas notícias despertarem o interesse da opinião pública principalmente por suas características polêmicas . Ricardo Russo, explica que muitas faculdades optam por temas atemporais - como a influência da televisão no comportamento das pessoas ou o estresse de quem vive nos grandes centros urbanos. "Não há uma regra ou preceito técnico que determine a escolha do tema pelos organizadores da avaliação", explica. Por isso, o importante é estar preparado para as duas situações.O coordenador e Redação do curso Anglo Vestibulares, Francisco Platão Savioli, dá uma dica bem interessante para quem se deparar com um tema factual: a relação entre indivíduo e a sociedade. "Este é um subtema que serve como discussão para as notícias do dia a dia". Isto quer dizer que, uma das saídas para seu texto pode estar em abordar como as pessoas (indivíduos) reagem/estão reagindo/reagiram com relação ao fato em questão.
Estar por dentro de todos os possíveis temas de redação é uma boa pedida para enfrentar com mais tranqüilidade o "monstro" da Redação, o mais importante mesmo não é decorar o noticiário, mas, sim, ter paciência e atenção para não cometer erros básicos. A maioria dos candidatos não lêem com cuidado o enunciado do exercício e, por isso, não conseguem entregar o que os examinadores esperam. "Os alunos gastam pouco tempo na leitura do tema e não captam o que é pedido", afirma. Ele explica que os textos de apoio, disponíveis na grande maioria dos exames de vestibular devem ser encarados como subsídios para a elaboração das redações e não como uma perda de tempo. Mas não vá exagerar. Este material dever servir apenas para referência e não alternativa para redigir o texto. "O candidato deve usar a coletânea de textos, mas não colar as informações", conta.Russo aponta um erro ainda mais grave. "Além de não interpretar corretamente a proposta, os candidatos não organizam seus textos. Parece que eles entram em um processo de psicografia: abaixam a cabeça e saem escrevendo", descreve. Os dois especialistas avisam também que engana-se quem pensa que o principal objetivo de uma redação no vestibular é preencher as 20 ou 30 linhas solicitadas. "Não adianta ir escrevendo qualquer coisa. Os textos precisam ser claros, concisos, objetivos e, principalmente, conter informações, apresentar idéias", diz Russo.
Então, na hora da Redação, nada de preguiça. Leia com atenção o que está sendo pedido, organize suas idéias antes de sair escrevendo - faça um roteiro que indique por onde você vai começar, como irá desenvolver o tema e qual fecho dará para seu texto - e preste atenção na gramática e ortografia.
Fonte: uni-ersia
Estar por dentro de todos os possíveis temas de redação é uma boa pedida para enfrentar com mais tranqüilidade o "monstro" da Redação, o mais importante mesmo não é decorar o noticiário, mas, sim, ter paciência e atenção para não cometer erros básicos. A maioria dos candidatos não lêem com cuidado o enunciado do exercício e, por isso, não conseguem entregar o que os examinadores esperam. "Os alunos gastam pouco tempo na leitura do tema e não captam o que é pedido", afirma. Ele explica que os textos de apoio, disponíveis na grande maioria dos exames de vestibular devem ser encarados como subsídios para a elaboração das redações e não como uma perda de tempo. Mas não vá exagerar. Este material dever servir apenas para referência e não alternativa para redigir o texto. "O candidato deve usar a coletânea de textos, mas não colar as informações", conta.Russo aponta um erro ainda mais grave. "Além de não interpretar corretamente a proposta, os candidatos não organizam seus textos. Parece que eles entram em um processo de psicografia: abaixam a cabeça e saem escrevendo", descreve. Os dois especialistas avisam também que engana-se quem pensa que o principal objetivo de uma redação no vestibular é preencher as 20 ou 30 linhas solicitadas. "Não adianta ir escrevendo qualquer coisa. Os textos precisam ser claros, concisos, objetivos e, principalmente, conter informações, apresentar idéias", diz Russo.
Então, na hora da Redação, nada de preguiça. Leia com atenção o que está sendo pedido, organize suas idéias antes de sair escrevendo - faça um roteiro que indique por onde você vai começar, como irá desenvolver o tema e qual fecho dará para seu texto - e preste atenção na gramática e ortografia.
Fonte: uni-ersia
domingo, 15 de março de 2009
A leitura no mundo globalizado
Globalização é o crescimento da interdependência de todos os povos e países da superfície terrestre. Alguns falam em “aldeia global”, pois parece que o planeta está ficando menor e todos se conhecem através dos meios de comunicação. Mesmo não sendo recente, a globalização é fato histórico e tem acompanhado toda a história da humanidade.Na atual onda globalizante, temos a educação como o maior recurso para encararmos a nova estruturação do mundo. Sua finalidade é formar cidadãos capazes de analisar e compreender podendo intervir na realidade do mundo.Atualmente se faz necessário homens reflexivos, criadores e, acima de tudo, críticos, diante de todo contexto apresentado pela sociedade. Julga-se, então, que a escola, através da prática da leitura, possa contribuir de maneira efetiva para a formação de cidadãos como agentes da sua própria história.É necessário que a escola, os professores, o governo e a comunidade escolar como um todo, trabalhem juntos no sentido de melhorar o nível do ensino brasileiro, de forma que o aluno esteja informado à respeito de sua sociedade, e seja capaz de entendê-la para nela poder atuar transformando-a. E a leitura se constitui num grande passo, rumo a esta mudança.Daí a necessidade de que a escola proporcione o máximo de leitura ao aluno com textos mais variados possíveis, uma vez que é através dos diversos tipos de textos que os alunos irão conhecer um pouco mais sobre o mundo global. A escola deve estar consciente de que seu trabalho resultará na formação de pessoas aptas para empregar a leitura muito além das palavras, como leitura de mundo. Pesquisando sobre a globalização, podemos entendê-la como a interligação e a comunicação entre todos os povos, é um fenômeno que tem acompanhado toda a trajetória da humanidade.A revolução da tecnologia, comunicação e informação, fazem da globalização o atual fenômeno histórico, e seus efeitos se mostram em todos os campos da vida humana, seja nos campos político e econômico, seja nos campos social, cultural e ambiental.A era da informação é também a era da comunicação por isso, a educação é tida como o maior recurso de que se dispõe para enfrentar essa nova estruturação do mundo, mas nosso sistema educacional ainda é falho e podemos ver que nossas crianças não são estimuladas a entrarem no mundo da leitura. A falta de leitura impede o desenvolvimento lógico e social do indivíduo trazendo conseqüências futuras e a falta de senso critico.Como criar uma mentalidade preparada e internacional no cidadão? É extremamente importante que o cidadão desde a sua infância seja alfabetizado e adquira a prática da leitura para que tenha uma mentalidade globalizada, capaz de acompanhar as mudanças do mundo, fazendo uso de seu senso critico.No mundo de hoje é necessário que o cidadão se conscientize do importante papel da leitura em sua vivência e que através dela se torne um ser mais consciente, participativo e crítico na sociedade em que vive.A globalização não é um fenômeno recente, é um processo histórico que evoluiu e evolui continuamente. É também um processo social que atua no sentido de uma mudança na estrutura política e econômica das sociedades.Com a revolução das comunicações, o processo da globalização tornou-se muito mais veloz, desse modo podemos nos comunicar com outros continentes em minutos, e isso nos traz informação e aprendizado.Nesse processo globalizante, constata-se que a educação é tida como o maior recurso que se tem para encarar essa nova estruturação do mundo. Novas exigências são postas pela sociedade da informação. Nossos alunos precisam estar preparados para uma leitura crítica das transformações que ocorrem em escala mundial. Precisam de uma formação sólida capaz de ajudá-los na sua capacidade de pensar e resolver os problemas humanos.A escola tem um grande papel no fortalecimento da sociedade, ela precisa dimensionar o verdadeiro sentido da leitura e da formação de leitores no mundo globalizado. Vivemos numa sociedade letrada, e o acesso à informação escrita é indispensável para fazer do cidadão um ser consciente e crítico.
Fonte: facilitaja.com
Fonte: facilitaja.com
Leitura...
Ler significa não só ver as letras do alfabeto e juntá-las em palavras, mas também estudar a escrita, decifrar e interpretar o sentido, reconhecer e perceber.A aprendizagem da leitura sempre se apresenta intencionalmente como algo mágico, senão enquanto ato, enquanto processo da descoberta de um universo desconhecido e maravilhoso. Parodiando Paulo Freire: "ninguém educa ninguém, como tampouco ninguém educa a si mesmo; os homens se educam em comunhão, mediatizados pelo mundo". Refletindo melhor se poderia dizer: ninguém ensina ninguém a ler. O aprendizado é, em última instância, solitário, embora se desenvolva na convivência, cada vez mais com os outros e com o mundo, naturalmente!A leitura é importante em todos os níveis educacionais. Portanto, deve ser iniciada no período de alfabetização e continuar nos diferentes graus de ensino. Ela constitui-se numa forma de interação das pessoas de qualquer área do conhecimento.A leitura é uma atividade essencial a qualquer área do conhecimento. Está intimamente ligada ao sucesso do ser que aprende. Permite ao homem situar-se com os outros. Possibilita a aquisição de diferentes pontos de vista e alargamento de experiências. É também um recurso para combater a massificação executada principalmente pela televisão. Para ele, o livro é ainda um importante veículo para a criação, transmissão e transformação da cultura.Através do hábito da leitura, o homem pode tomar consciência das suas necessidades (auto educar-se), promovendo a sua transformação e a do mundo. Pode praticar o exercício dialético da libertação.O aumento de leitores significa acesso às informações mais objetivas. Com isto passarão a ser críticos da realidade, além de tentar transformar essa realidade a partir do que foi conhecido e construído durante as leituras.O problema da falta de hábito de ler já começa nas primeiras séries do primeiro grau, em razão dos textos utilizados serem muitas vezes ultrapassados e alienados dos problemas da realidade, não constituindo nenhuma motivação para o aluno. O mercado está cheio de livros didáticos sem sustentação filosófica e teórica e, muitas vezes, ainda conta com a incompetência profissional do educador para orientar corretamente esta prática.As leituras oferecidas principalmente aos alunos de segundo grau tendem mais para o conservadorismo e reprodução da ideologia ultrapassada.É preciso lembrar que a educação do ser humano envolve sempre dois fatores: formação e informação. Por isso, os conhecimentos transmitidos as novas gerações devem ser trabalhados com os valores e costumes para que ocorra a sobrevivência e evolução da cultura. Os textos podem ser utilizados na realização de objetivos educacionais tanto para formar como para informar.A motivação para leitura envolve curiosidade e abertura a novos conhecimentos e informações. Os alunos lêem normalmente para as provas e estas leituras são sempre escolhidas pelo professor.Ler é uma prática básica, essencial para aprender. Nada substitui a leitura, mesmo numa época de proliferação dos recursos audiovisuais e da Informática. A leitura é parte essencial do trabalho, do empenho, de perseverança, da dedicação em aprender. O hábito de ler é decorrente do exercício e nem sempre constitui-se um ato prazeroso, porém, sempre necessário. Por este motivo, deve-se recorrer a estímulos para introduzir o hábito de leitura em nossos alunos.
Fonte: facilitaja.com
Fonte: facilitaja.com
domingo, 8 de março de 2009
Redação avalia capacidade de reflexão...
Corrigindo redações que envolviam uma maior capacidade de reflexão por parte de nossos alunos com o tema "Aquecimento global: mito ou realidade?"percebe-se que muitos ainda não se deram conta de como produzir um texto coeso por falta de habilidade. O jornal a "Folha de São Paulo" trouxe um artigo que reflete bem esse problema e vale uma leitura:
"A produção de texto é considerada por muitos professores de cursinho a maneira mais eficiente de avaliação dos candidatos. As habilidades necessárias para apresentar um bom texto são, de fato, diversas. Capacidade de argumentação, uso da norma culta da língua portuguesa e adequação à estrutura exigida são apenas algumas delas.Para a vice-diretora-executiva da Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular), Maria Thereza Fraga Rocco, não se exige um texto impecável do aluno, mas, sim, uma redação coerente e original. "Há graus de originalidade. Não se espera a originalidade de um escritor maduro. O fato de o candidato ter menos de 18 anos não o impede de pensar e se expressar com suas próprias palavras, principalmente porque, no caso da Fuvest, já houve uma pré-seleção na primeira fase", diz Maria Thereza.O professor de redação do cursinho da Poli, Marcelo Donatti, aposta na sólida capacidade de reflexão dos alunos como melhor forma de preparação: "Uma vida cultural intensa é muito importante". Para isso, o professor sugere leituras diversas e organiza sessões em que os estudantes assistem a clássicos do cinema.Para o apresentador de TV e colunista da Folha Pasquale Cipro Neto, o aluno deve ficar atento também à decodificação de linguagens como letras de música, poesia, charge e tiras de jornal. "A imprensa é a grande referência, pois é muito difícil apresentar algo que não se reflita nela", afirma Pasquale Cipro Neto.
Filosofia.
Vários professores de redação falam da importância das aulas de filosofia no ensino médio justamente para auxiliar nessa capacidade de reflexão. Para a professora do Intergraus Eliete Bindi, os alunos têm preguiça de pensar e, muitas vezes, nem mesmo consideram o interlocutor.Apesar da importância no vestibular, parte dos alunos não se preocupa muito com a aula de redação. "Se for preciso, ele sacrifica a aula para não perder o fio da meada em outra disciplina", diz Odilon Soares Leme, professor de redação do Anglo. Para o professor, a redação não é uma área do conhecimento com limites bem definidos: "Na verdade, é uma grande habilidade, cuja percepção de melhora por parte do aluno não é tão clara".
Mais uma vez voltamos a chamar atenção de nossos alunos no que tange a leitura e informação,pois como se pode notar na matéria acima o problema não está só aqui,mas em todos os lugares e para saná-los se faz necessário um "querer" maior,uma busca incansável pelo conhecimento que só conseguiremos através da leitura e do entendimento.
"A produção de texto é considerada por muitos professores de cursinho a maneira mais eficiente de avaliação dos candidatos. As habilidades necessárias para apresentar um bom texto são, de fato, diversas. Capacidade de argumentação, uso da norma culta da língua portuguesa e adequação à estrutura exigida são apenas algumas delas.Para a vice-diretora-executiva da Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular), Maria Thereza Fraga Rocco, não se exige um texto impecável do aluno, mas, sim, uma redação coerente e original. "Há graus de originalidade. Não se espera a originalidade de um escritor maduro. O fato de o candidato ter menos de 18 anos não o impede de pensar e se expressar com suas próprias palavras, principalmente porque, no caso da Fuvest, já houve uma pré-seleção na primeira fase", diz Maria Thereza.O professor de redação do cursinho da Poli, Marcelo Donatti, aposta na sólida capacidade de reflexão dos alunos como melhor forma de preparação: "Uma vida cultural intensa é muito importante". Para isso, o professor sugere leituras diversas e organiza sessões em que os estudantes assistem a clássicos do cinema.Para o apresentador de TV e colunista da Folha Pasquale Cipro Neto, o aluno deve ficar atento também à decodificação de linguagens como letras de música, poesia, charge e tiras de jornal. "A imprensa é a grande referência, pois é muito difícil apresentar algo que não se reflita nela", afirma Pasquale Cipro Neto.
Filosofia.
Vários professores de redação falam da importância das aulas de filosofia no ensino médio justamente para auxiliar nessa capacidade de reflexão. Para a professora do Intergraus Eliete Bindi, os alunos têm preguiça de pensar e, muitas vezes, nem mesmo consideram o interlocutor.Apesar da importância no vestibular, parte dos alunos não se preocupa muito com a aula de redação. "Se for preciso, ele sacrifica a aula para não perder o fio da meada em outra disciplina", diz Odilon Soares Leme, professor de redação do Anglo. Para o professor, a redação não é uma área do conhecimento com limites bem definidos: "Na verdade, é uma grande habilidade, cuja percepção de melhora por parte do aluno não é tão clara".
Mais uma vez voltamos a chamar atenção de nossos alunos no que tange a leitura e informação,pois como se pode notar na matéria acima o problema não está só aqui,mas em todos os lugares e para saná-los se faz necessário um "querer" maior,uma busca incansável pelo conhecimento que só conseguiremos através da leitura e do entendimento.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
LER PARA PRODUZIR...
Para darmos ao aluno condições de desenvolver a competência de compreender e produzir textos nas mais diversas situações de interação,ou seja,permitir-lhes a inserção no mundo letrado,nós professores devemos,necessariamente,oferecer incentivos e meios para que os aprendizes leiam.A leitura da literatura de ficção e não-ficção,de jornais e revistas,enfim,dos diferentes gêneros que circulam na sociedade é um modo de a escola cumprir seu papel de favorecer condições para que os alunos,continuamente,aumentem seus saberes e,em consequência,desenvolvam o raciocínio,o senso crítico,a compreensão do real,a curiosidade intelectual - essenciais para a construção de uma sociedade mais politizada.Segundo Kleiman(A oficina de leitura:teoria e prática;5.ed.campinas,sp;pontes.1997),"leitura é uma interação em que o autor e leitor constroem os sentidos de um texto",o que significa que para o fenômeno da compreensão este traz sua experiência sociocultural,determinando assim,leituras diferentes para cada leitor e,também,para um mesmo leitor,conforme seus conhecimentos,objetivos naquele momento.
a leitura,nada mais é que um modo de exercitar a atenção,a memória e o pensamento,requisitos necessários para a efetiva aprendizagem.Formar leitores cabe a nós educadores,pois estaremos formando as bases para que as pessoas continuem a aprender durante a vida toda,é instrumentalizá-las para o exercício da cidadania,é combater a alienação,a ignorância.Partindo desse pressuposto,fica claro que a leitura deve ser uma atividade prioritária no dia a dia do estudante.
a leitura,nada mais é que um modo de exercitar a atenção,a memória e o pensamento,requisitos necessários para a efetiva aprendizagem.Formar leitores cabe a nós educadores,pois estaremos formando as bases para que as pessoas continuem a aprender durante a vida toda,é instrumentalizá-las para o exercício da cidadania,é combater a alienação,a ignorância.Partindo desse pressuposto,fica claro que a leitura deve ser uma atividade prioritária no dia a dia do estudante.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
ESCOLA JOÃO BENTO DA COSTA
Hoje ao sair da Escola João Bento da Costa ouvi a seguinte frase de uma professora:"O Suamy está querendo aparecer colocando o nome dos alunos aprovados na UNIR no muro da escola.Esses alunos vêm apenas acabar o ano aqui,estudaram a vida toda em escola particular,por isso são aprovados" ENGANO MINHA SENHORA! A Escola João Bento da Costa - situada na zona sul da cidade de Porto velho, sob direção do prof. SUAMY V.LACERDA E ELBA CERQUINHA mais uma vez é destaque na APROVAÇÃO de alunos da Escola Pública no Vestibular da UNIR para 2009 com 93 aprovados devido ao trabalho ali realizado e esses mesmos alunos estiveram ali durante todo o ensino médio ,com exceção de 2 ou 3 que realmente vieram da escola particular.Posso dizer que o Prof. Suamy e a Prof. Elba deixam claro mais uma vez que quando se busca exercer a profissão com responsabilidade os resultados aparecem,pois em um trabalho dinâmico junto ao corpo docente,baseado no diálogo , na confiança e na autoestima de seus alunos conseguem colocar um bom número de seu corpo discente de terceiro ano na Universidade Federal,sem contar os aprovados pelo PROUNI (uma média de 56 neste ano).Pergunta-se: Qual o mal da educação?(Talvez ter professores como a senhora).Por que uma escola que dizem ser da periferia consegue tanto sucesso, o que causa inveja em alguns,espanto na sociedade e ao mesmo tempo uma corrida em busca de vagas naquela escola? Mérito da Direção? Mérito dos Professores? Mérito dos alunos? A resposta é simples: um conjunto de todos que ainda acreditam que trabalhar em uma escola não é apenas um ganha-pão,mas sim uma responsabilidade com nossos jovens adolescentes,onde se mostra um caminho,se direciona,se prepara para a vida e não apenas um repassar de conteúdo.A educação tem sido um desastre no Brasil.As Direções são sempre alvo de críticas,muitas vezes dentro do seu próprio ambiente de trabalho,e como dizem "uma critica destrói 10 elogios". Porém,a Escola João Bento da Costa não cresceu com elogios. O elogio alimenta o ego. O ego não aceita mudanças.E é assim que aquela Direção poderia sentir-se,afinal todo ano aumenta o número de aprovados, mas como se observa é algo que não acontece ali,pois a cada ano os dirigentes promovem mudanças visando o aperfeiçoamento de sua equipe,buscando a unidade,procurando fazer com que a aprendizagem flua de forma considerável.Um trabalho digno de educadores compromissados.Sabemos que a crítica é sempre dolorida.Mas prof Sumay e prof. Elba tiram lições disso e nos obrigam a pensar! O sábio aprende a lidar com a crítica e cresce. O dependente torna-se escravo do elogio e perece. Para vencer, você não precisa ser aceito,mas precisa trabalhar com competência. Não que se deva aceitar todas as críticas. Existem aquelas que buscam derrubar. Necessário é discernir e eles sabem fazer isso como ninguém. Diferenciam a que derruba, daquelas que buscam edificar e a cada ano dão sua resposta à comunidade e às demais pessoas que ainda não entenderam que quando se entra numa escola como JOÃO BENTO DA COSTA,se entra para trabalhar e acima de tudo para aprender,sob a coordenação de uma Direção competente que não visa a politicagem e sim um lugar ao sol para seus alunos.Parabéns à Direção e a sua equipe! (SALIN,ss.)
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Vestibular seleciona quem tem melhor conhecimento?
A UNIR divulgou resultado da segunda fase dia 23.01 e embora os processos para ingresso aos cursos de graduação das universidades tanto pública quanto privada estejam suscetíveis a críticas, devido ao próprio modelo que se vem adotando ultimamente , o vestibular muitas vezes acaba não cumprindo o seu objetivo. E mais do que isso: permite um diagnóstico da situação atual do ensino. Os números, as estatísticas, que sugerem precisão na forma de avaliar, têm as suas falácias: por exemplo, se o ponto de corte de um determinado curso é 70 acertos, o candidato que obtiver 69 estará fora da universidade. Perguntamos: o que representa, concretamente, esse ponto que faltou ao candidato no vasto campo do conhecimento? Outra: quem dentre os dois candidatos acertou mais questões no "chute", que também faz parte do "jogo"?
Suponhamos que o candidato atingiu o ponto de corte, está selecionado e vai para a segunda fase dependendo da redação. Então vem a regra determinando que, para ingressar na universidade, o candidato precisa obter, no mínimo, nota 1,0 na redação. Convenhamos, quem tira 1,0 na redação, numa escala de 0 a 5, não sabe escrever.Então porque o aluno que tirou 1,0 entrou para a universidade e o que tirou 4,5 não conseguiu? Não é a redação parte eliminatória do vestibular? Injustiça???Esses são dois problemas relativos ao modelo adotado, que cobra os conteúdos escolares sem muito critério. Se tomarmos o ensino de português como exemplo, vamos verificar que são aulas e aulas tanto no primeiro quanto no segundo ano de conteúdo gramatical - antes era a gramática da frase, hoje é a do texto - para o candidato "devolver" tudo no vestibular, acreditando que, ao introjetar as regras ou o conteúdo teórico, o aluno estará aprendendo a língua,muitas vezes sem ter produzido um texto sequer no decorrer desses 2 anos começando a produzir somente no terceiro ano - isto é ,quando encontra educadores conscientes. E a prática como fica? - aprendemos a escrever, escrevendo. Não basta só teoria gramatical ou dizer ao aluno, por exemplo, que um texto tem introdução, desenvolvimento e conclusão. A escola deve ensinar como se faz e isso deve ser um compromisso de todas as disciplinas,não só na língua portuguesa.
Como resposta à pergunta acima e descontando os problemas referentes ao modelo de avaliação, o vestibular seleciona melhor os que tem conhecimento - vamos dizer assim - nos cursos com maior relação candidato-vaga, com maior concorrência. Mas é injusto para com aqueles que tiraram 6,0/7,0 na média total não conseguindo entrar enquanto que em cursos de menor concorrência,alunos com média 3,0 conseguiram. Porém, se a nota mínima exigida para redação na segunda fase no vestibular fosse 7 em todos os cursos numa escala de 0 a 10, a universidade não preencheria todas as suas vagas, o que revelaria, com mais evidência, a atual crise do ensino no país.Precisamos lutar pela mudança na educação e nos vestibulares,pois os critérios adotados não são justos para com os alunos que detêm mais conhecimento.
Suponhamos que o candidato atingiu o ponto de corte, está selecionado e vai para a segunda fase dependendo da redação. Então vem a regra determinando que, para ingressar na universidade, o candidato precisa obter, no mínimo, nota 1,0 na redação. Convenhamos, quem tira 1,0 na redação, numa escala de 0 a 5, não sabe escrever.Então porque o aluno que tirou 1,0 entrou para a universidade e o que tirou 4,5 não conseguiu? Não é a redação parte eliminatória do vestibular? Injustiça???Esses são dois problemas relativos ao modelo adotado, que cobra os conteúdos escolares sem muito critério. Se tomarmos o ensino de português como exemplo, vamos verificar que são aulas e aulas tanto no primeiro quanto no segundo ano de conteúdo gramatical - antes era a gramática da frase, hoje é a do texto - para o candidato "devolver" tudo no vestibular, acreditando que, ao introjetar as regras ou o conteúdo teórico, o aluno estará aprendendo a língua,muitas vezes sem ter produzido um texto sequer no decorrer desses 2 anos começando a produzir somente no terceiro ano - isto é ,quando encontra educadores conscientes. E a prática como fica? - aprendemos a escrever, escrevendo. Não basta só teoria gramatical ou dizer ao aluno, por exemplo, que um texto tem introdução, desenvolvimento e conclusão. A escola deve ensinar como se faz e isso deve ser um compromisso de todas as disciplinas,não só na língua portuguesa.
Como resposta à pergunta acima e descontando os problemas referentes ao modelo de avaliação, o vestibular seleciona melhor os que tem conhecimento - vamos dizer assim - nos cursos com maior relação candidato-vaga, com maior concorrência. Mas é injusto para com aqueles que tiraram 6,0/7,0 na média total não conseguindo entrar enquanto que em cursos de menor concorrência,alunos com média 3,0 conseguiram. Porém, se a nota mínima exigida para redação na segunda fase no vestibular fosse 7 em todos os cursos numa escala de 0 a 10, a universidade não preencheria todas as suas vagas, o que revelaria, com mais evidência, a atual crise do ensino no país.Precisamos lutar pela mudança na educação e nos vestibulares,pois os critérios adotados não são justos para com os alunos que detêm mais conhecimento.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Vestibular é maturidade...
Todo vestibular - seja para a área que for - está associado diretamente com provas e estudos. Mas além disso tudo, também marca a transição do adolescente para o mundo adulto. Você já parou para pensar o que vai mudar na sua vida depois de entrar na faculdade? Para muitos significa uma nova vida longe de casa e da família, para outros o começo da busca de um sonho profissional. Por isso o vestibular serve também como um processo de amadurecimento, que vai desde a escolha da carreira, até o compromisso em estudar visando uma boa universidade e/ou faculdade. Aliás, você sabia que o termo vestibular deriva de ‘vestíbulo’ que quer dizer: átrio, portal ou entrada? Então, você está deixando uma etapa da sua vida para trás e entrando em um novo caminho.Você quer este novo caminho?Está disposto a lutar por uma vida profissional melhor?Depende de você se será bom ou ruim e isso é difícil dizer, pois as indefinições são comuns em momentos importantes de nossas vidas. Independentemente disso, esses momentos nos fazem rever nossos valores, conhecer nossos limites e descobrir coisas novas. Aproveite esta etapa da vida e aceite que o vestibular tem o poder de mexer com nossas emoções e sonhos. Não adianta fugir, o início do ano é só o começo para se ter no vestibular o sucesso esperado. Suas ações agora serão o resultado do teu objetivo amanhã!
Reforma Ortográfica
Em 1990,os oito paises que adotaram a língua portuguesa como principal-Portugal,Brasil,Moçambique,Angola,Guiné-Bissau,Cabo Verde,Timor Leste,São Tomé e Príncipe- decidiram unificar as regras e simplificar a grafia. De todas as línguas faladas no mundo, o português era a uúnica que não estava unificada e sofreu reformas que embora tenhamos um prazo para usá-la em definitivo é bom começar a treinar.Com essa são 03 as reformas no Brasil (1943,1971 e agora em 2008).Já em Portugal, a mais recente ocorreu em 1945.Entretanto essa reforma atinge em nosso país de 0,5% a 2% da grafia praticada enquanto que em Portugal de 1,5% a 4%. O escritor Ruy Castro não vê com bons olhos as novas regras da língua portuguesa: “Já passei da idade de reaprender a escrever. Vou seguir usando a ortografia vigente no dia de hoje e, no futuro, se quiser, o computador que me corrija."Por se tratar de um assunto que atingiu a todos nós, gerou polêmica e debates em botequins, mesmo se tratando de mudanças suaves, mas as novas regras começaram para valer e nós teremos de nos adaptar aos novos tempos.
Na página http://comunicadores.info/2008/10/02/guia-da-reforma-ortografica-da-lingua-portuguesa-saiba-o-que-mudou-na-ortografia-brasileira/ Douglas Tufano traz o "Guia Prático da nova ortografia.Consulte-o!
Na página http://comunicadores.info/2008/10/02/guia-da-reforma-ortografica-da-lingua-portuguesa-saiba-o-que-mudou-na-ortografia-brasileira/ Douglas Tufano traz o "Guia Prático da nova ortografia.Consulte-o!
Linguagem em Alerta
"Hj eu tô aki p/ falar c/ vcs s/ algo mto iportte: a nossa linguagem."
Geralmente, os internautas que têm o costume de passar algum tempo no msn entenderam fielmente a primeira oração escrita nesta matéria. Mas para quem não entendeu sinta-se aliviado.
A frase acima caracteriza um tipo de linguagem utilizada pelos internautas, que em virtude da velocidade da máquina, deve ser prática e de certa forma clara.
Porém, o que parece uma divertida conversa virtual pode conter alguns perigos na sua vida de concursos,vestibulares e mesmo produção na escola no dia a dia, principalmente na hora da redação.
Isto porque mesmo que relutemos, utilizamos este tipo de linguagem, o que pode alterar nossa escrita. Esta situação é preocupante, partindo do princípio de que em qualquer vestibular ou ENEM no Brasil, a redação tem como base a linguagem culta. Neste sentido, uma forma tão coloquial como esta fará com que você perca pontos importantes.
A internet é um dos meios de comunicação mais completos que existe, essencialmente, se soubermos usá-la. Da mesma maneira que ela oferece consultas rápidas, pluralidade de conteúdos, velocidade de informações, ela também tem essa característica depreciativa. Fica reservado a você, vestibulando, a responsabilidade de atentar para estes dois opostos.
Na hora da redação, e antes dela, repense sobre como está o seu repertório lingüístico, ou seja, como anda seu vocabulário. Afinal, atualmente, a redação concentra grande parte da pontuação da prova de vestibular e, não custa nada enriquecer um pouco mais as suas palavras preparando-se antes com muita leitura e treino,pois não basta ter a informação,você precisa saber como relacionar e trabalhar os argumentos fugindo do senso comum.
Caso você tenha dificuldades, consulte os jornais virtuais, alguns resumos, pois mesmo na “net” há possibilidade de adquirir muito conteúdo. Comece já e Boa Sorte!
Geralmente, os internautas que têm o costume de passar algum tempo no msn entenderam fielmente a primeira oração escrita nesta matéria. Mas para quem não entendeu sinta-se aliviado.
A frase acima caracteriza um tipo de linguagem utilizada pelos internautas, que em virtude da velocidade da máquina, deve ser prática e de certa forma clara.
Porém, o que parece uma divertida conversa virtual pode conter alguns perigos na sua vida de concursos,vestibulares e mesmo produção na escola no dia a dia, principalmente na hora da redação.
Isto porque mesmo que relutemos, utilizamos este tipo de linguagem, o que pode alterar nossa escrita. Esta situação é preocupante, partindo do princípio de que em qualquer vestibular ou ENEM no Brasil, a redação tem como base a linguagem culta. Neste sentido, uma forma tão coloquial como esta fará com que você perca pontos importantes.
A internet é um dos meios de comunicação mais completos que existe, essencialmente, se soubermos usá-la. Da mesma maneira que ela oferece consultas rápidas, pluralidade de conteúdos, velocidade de informações, ela também tem essa característica depreciativa. Fica reservado a você, vestibulando, a responsabilidade de atentar para estes dois opostos.
Na hora da redação, e antes dela, repense sobre como está o seu repertório lingüístico, ou seja, como anda seu vocabulário. Afinal, atualmente, a redação concentra grande parte da pontuação da prova de vestibular e, não custa nada enriquecer um pouco mais as suas palavras preparando-se antes com muita leitura e treino,pois não basta ter a informação,você precisa saber como relacionar e trabalhar os argumentos fugindo do senso comum.
Caso você tenha dificuldades, consulte os jornais virtuais, alguns resumos, pois mesmo na “net” há possibilidade de adquirir muito conteúdo. Comece já e Boa Sorte!
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