Para darmos ao aluno condições de desenvolver a competência de compreender e produzir textos nas mais diversas situações de interação,ou seja,permitir-lhes a inserção no mundo letrado,nós professores devemos,necessariamente,oferecer incentivos e meios para que os aprendizes leiam.A leitura da literatura de ficção e não-ficção,de jornais e revistas,enfim,dos diferentes gêneros que circulam na sociedade é um modo de a escola cumprir seu papel de favorecer condições para que os alunos,continuamente,aumentem seus saberes e,em consequência,desenvolvam o raciocínio,o senso crítico,a compreensão do real,a curiosidade intelectual - essenciais para a construção de uma sociedade mais politizada.Segundo Kleiman(A oficina de leitura:teoria e prática;5.ed.campinas,sp;pontes.1997),"leitura é uma interação em que o autor e leitor constroem os sentidos de um texto",o que significa que para o fenômeno da compreensão este traz sua experiência sociocultural,determinando assim,leituras diferentes para cada leitor e,também,para um mesmo leitor,conforme seus conhecimentos,objetivos naquele momento.
a leitura,nada mais é que um modo de exercitar a atenção,a memória e o pensamento,requisitos necessários para a efetiva aprendizagem.Formar leitores cabe a nós educadores,pois estaremos formando as bases para que as pessoas continuem a aprender durante a vida toda,é instrumentalizá-las para o exercício da cidadania,é combater a alienação,a ignorância.Partindo desse pressuposto,fica claro que a leitura deve ser uma atividade prioritária no dia a dia do estudante.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
ESCOLA JOÃO BENTO DA COSTA
Hoje ao sair da Escola João Bento da Costa ouvi a seguinte frase de uma professora:"O Suamy está querendo aparecer colocando o nome dos alunos aprovados na UNIR no muro da escola.Esses alunos vêm apenas acabar o ano aqui,estudaram a vida toda em escola particular,por isso são aprovados" ENGANO MINHA SENHORA! A Escola João Bento da Costa - situada na zona sul da cidade de Porto velho, sob direção do prof. SUAMY V.LACERDA E ELBA CERQUINHA mais uma vez é destaque na APROVAÇÃO de alunos da Escola Pública no Vestibular da UNIR para 2009 com 93 aprovados devido ao trabalho ali realizado e esses mesmos alunos estiveram ali durante todo o ensino médio ,com exceção de 2 ou 3 que realmente vieram da escola particular.Posso dizer que o Prof. Suamy e a Prof. Elba deixam claro mais uma vez que quando se busca exercer a profissão com responsabilidade os resultados aparecem,pois em um trabalho dinâmico junto ao corpo docente,baseado no diálogo , na confiança e na autoestima de seus alunos conseguem colocar um bom número de seu corpo discente de terceiro ano na Universidade Federal,sem contar os aprovados pelo PROUNI (uma média de 56 neste ano).Pergunta-se: Qual o mal da educação?(Talvez ter professores como a senhora).Por que uma escola que dizem ser da periferia consegue tanto sucesso, o que causa inveja em alguns,espanto na sociedade e ao mesmo tempo uma corrida em busca de vagas naquela escola? Mérito da Direção? Mérito dos Professores? Mérito dos alunos? A resposta é simples: um conjunto de todos que ainda acreditam que trabalhar em uma escola não é apenas um ganha-pão,mas sim uma responsabilidade com nossos jovens adolescentes,onde se mostra um caminho,se direciona,se prepara para a vida e não apenas um repassar de conteúdo.A educação tem sido um desastre no Brasil.As Direções são sempre alvo de críticas,muitas vezes dentro do seu próprio ambiente de trabalho,e como dizem "uma critica destrói 10 elogios". Porém,a Escola João Bento da Costa não cresceu com elogios. O elogio alimenta o ego. O ego não aceita mudanças.E é assim que aquela Direção poderia sentir-se,afinal todo ano aumenta o número de aprovados, mas como se observa é algo que não acontece ali,pois a cada ano os dirigentes promovem mudanças visando o aperfeiçoamento de sua equipe,buscando a unidade,procurando fazer com que a aprendizagem flua de forma considerável.Um trabalho digno de educadores compromissados.Sabemos que a crítica é sempre dolorida.Mas prof Sumay e prof. Elba tiram lições disso e nos obrigam a pensar! O sábio aprende a lidar com a crítica e cresce. O dependente torna-se escravo do elogio e perece. Para vencer, você não precisa ser aceito,mas precisa trabalhar com competência. Não que se deva aceitar todas as críticas. Existem aquelas que buscam derrubar. Necessário é discernir e eles sabem fazer isso como ninguém. Diferenciam a que derruba, daquelas que buscam edificar e a cada ano dão sua resposta à comunidade e às demais pessoas que ainda não entenderam que quando se entra numa escola como JOÃO BENTO DA COSTA,se entra para trabalhar e acima de tudo para aprender,sob a coordenação de uma Direção competente que não visa a politicagem e sim um lugar ao sol para seus alunos.Parabéns à Direção e a sua equipe! (SALIN,ss.)
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Vestibular seleciona quem tem melhor conhecimento?
A UNIR divulgou resultado da segunda fase dia 23.01 e embora os processos para ingresso aos cursos de graduação das universidades tanto pública quanto privada estejam suscetíveis a críticas, devido ao próprio modelo que se vem adotando ultimamente , o vestibular muitas vezes acaba não cumprindo o seu objetivo. E mais do que isso: permite um diagnóstico da situação atual do ensino. Os números, as estatísticas, que sugerem precisão na forma de avaliar, têm as suas falácias: por exemplo, se o ponto de corte de um determinado curso é 70 acertos, o candidato que obtiver 69 estará fora da universidade. Perguntamos: o que representa, concretamente, esse ponto que faltou ao candidato no vasto campo do conhecimento? Outra: quem dentre os dois candidatos acertou mais questões no "chute", que também faz parte do "jogo"?
Suponhamos que o candidato atingiu o ponto de corte, está selecionado e vai para a segunda fase dependendo da redação. Então vem a regra determinando que, para ingressar na universidade, o candidato precisa obter, no mínimo, nota 1,0 na redação. Convenhamos, quem tira 1,0 na redação, numa escala de 0 a 5, não sabe escrever.Então porque o aluno que tirou 1,0 entrou para a universidade e o que tirou 4,5 não conseguiu? Não é a redação parte eliminatória do vestibular? Injustiça???Esses são dois problemas relativos ao modelo adotado, que cobra os conteúdos escolares sem muito critério. Se tomarmos o ensino de português como exemplo, vamos verificar que são aulas e aulas tanto no primeiro quanto no segundo ano de conteúdo gramatical - antes era a gramática da frase, hoje é a do texto - para o candidato "devolver" tudo no vestibular, acreditando que, ao introjetar as regras ou o conteúdo teórico, o aluno estará aprendendo a língua,muitas vezes sem ter produzido um texto sequer no decorrer desses 2 anos começando a produzir somente no terceiro ano - isto é ,quando encontra educadores conscientes. E a prática como fica? - aprendemos a escrever, escrevendo. Não basta só teoria gramatical ou dizer ao aluno, por exemplo, que um texto tem introdução, desenvolvimento e conclusão. A escola deve ensinar como se faz e isso deve ser um compromisso de todas as disciplinas,não só na língua portuguesa.
Como resposta à pergunta acima e descontando os problemas referentes ao modelo de avaliação, o vestibular seleciona melhor os que tem conhecimento - vamos dizer assim - nos cursos com maior relação candidato-vaga, com maior concorrência. Mas é injusto para com aqueles que tiraram 6,0/7,0 na média total não conseguindo entrar enquanto que em cursos de menor concorrência,alunos com média 3,0 conseguiram. Porém, se a nota mínima exigida para redação na segunda fase no vestibular fosse 7 em todos os cursos numa escala de 0 a 10, a universidade não preencheria todas as suas vagas, o que revelaria, com mais evidência, a atual crise do ensino no país.Precisamos lutar pela mudança na educação e nos vestibulares,pois os critérios adotados não são justos para com os alunos que detêm mais conhecimento.
Suponhamos que o candidato atingiu o ponto de corte, está selecionado e vai para a segunda fase dependendo da redação. Então vem a regra determinando que, para ingressar na universidade, o candidato precisa obter, no mínimo, nota 1,0 na redação. Convenhamos, quem tira 1,0 na redação, numa escala de 0 a 5, não sabe escrever.Então porque o aluno que tirou 1,0 entrou para a universidade e o que tirou 4,5 não conseguiu? Não é a redação parte eliminatória do vestibular? Injustiça???Esses são dois problemas relativos ao modelo adotado, que cobra os conteúdos escolares sem muito critério. Se tomarmos o ensino de português como exemplo, vamos verificar que são aulas e aulas tanto no primeiro quanto no segundo ano de conteúdo gramatical - antes era a gramática da frase, hoje é a do texto - para o candidato "devolver" tudo no vestibular, acreditando que, ao introjetar as regras ou o conteúdo teórico, o aluno estará aprendendo a língua,muitas vezes sem ter produzido um texto sequer no decorrer desses 2 anos começando a produzir somente no terceiro ano - isto é ,quando encontra educadores conscientes. E a prática como fica? - aprendemos a escrever, escrevendo. Não basta só teoria gramatical ou dizer ao aluno, por exemplo, que um texto tem introdução, desenvolvimento e conclusão. A escola deve ensinar como se faz e isso deve ser um compromisso de todas as disciplinas,não só na língua portuguesa.
Como resposta à pergunta acima e descontando os problemas referentes ao modelo de avaliação, o vestibular seleciona melhor os que tem conhecimento - vamos dizer assim - nos cursos com maior relação candidato-vaga, com maior concorrência. Mas é injusto para com aqueles que tiraram 6,0/7,0 na média total não conseguindo entrar enquanto que em cursos de menor concorrência,alunos com média 3,0 conseguiram. Porém, se a nota mínima exigida para redação na segunda fase no vestibular fosse 7 em todos os cursos numa escala de 0 a 10, a universidade não preencheria todas as suas vagas, o que revelaria, com mais evidência, a atual crise do ensino no país.Precisamos lutar pela mudança na educação e nos vestibulares,pois os critérios adotados não são justos para com os alunos que detêm mais conhecimento.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Vestibular é maturidade...
Todo vestibular - seja para a área que for - está associado diretamente com provas e estudos. Mas além disso tudo, também marca a transição do adolescente para o mundo adulto. Você já parou para pensar o que vai mudar na sua vida depois de entrar na faculdade? Para muitos significa uma nova vida longe de casa e da família, para outros o começo da busca de um sonho profissional. Por isso o vestibular serve também como um processo de amadurecimento, que vai desde a escolha da carreira, até o compromisso em estudar visando uma boa universidade e/ou faculdade. Aliás, você sabia que o termo vestibular deriva de ‘vestíbulo’ que quer dizer: átrio, portal ou entrada? Então, você está deixando uma etapa da sua vida para trás e entrando em um novo caminho.Você quer este novo caminho?Está disposto a lutar por uma vida profissional melhor?Depende de você se será bom ou ruim e isso é difícil dizer, pois as indefinições são comuns em momentos importantes de nossas vidas. Independentemente disso, esses momentos nos fazem rever nossos valores, conhecer nossos limites e descobrir coisas novas. Aproveite esta etapa da vida e aceite que o vestibular tem o poder de mexer com nossas emoções e sonhos. Não adianta fugir, o início do ano é só o começo para se ter no vestibular o sucesso esperado. Suas ações agora serão o resultado do teu objetivo amanhã!
Reforma Ortográfica
Em 1990,os oito paises que adotaram a língua portuguesa como principal-Portugal,Brasil,Moçambique,Angola,Guiné-Bissau,Cabo Verde,Timor Leste,São Tomé e Príncipe- decidiram unificar as regras e simplificar a grafia. De todas as línguas faladas no mundo, o português era a uúnica que não estava unificada e sofreu reformas que embora tenhamos um prazo para usá-la em definitivo é bom começar a treinar.Com essa são 03 as reformas no Brasil (1943,1971 e agora em 2008).Já em Portugal, a mais recente ocorreu em 1945.Entretanto essa reforma atinge em nosso país de 0,5% a 2% da grafia praticada enquanto que em Portugal de 1,5% a 4%. O escritor Ruy Castro não vê com bons olhos as novas regras da língua portuguesa: “Já passei da idade de reaprender a escrever. Vou seguir usando a ortografia vigente no dia de hoje e, no futuro, se quiser, o computador que me corrija."Por se tratar de um assunto que atingiu a todos nós, gerou polêmica e debates em botequins, mesmo se tratando de mudanças suaves, mas as novas regras começaram para valer e nós teremos de nos adaptar aos novos tempos.
Na página http://comunicadores.info/2008/10/02/guia-da-reforma-ortografica-da-lingua-portuguesa-saiba-o-que-mudou-na-ortografia-brasileira/ Douglas Tufano traz o "Guia Prático da nova ortografia.Consulte-o!
Na página http://comunicadores.info/2008/10/02/guia-da-reforma-ortografica-da-lingua-portuguesa-saiba-o-que-mudou-na-ortografia-brasileira/ Douglas Tufano traz o "Guia Prático da nova ortografia.Consulte-o!
Linguagem em Alerta
"Hj eu tô aki p/ falar c/ vcs s/ algo mto iportte: a nossa linguagem."
Geralmente, os internautas que têm o costume de passar algum tempo no msn entenderam fielmente a primeira oração escrita nesta matéria. Mas para quem não entendeu sinta-se aliviado.
A frase acima caracteriza um tipo de linguagem utilizada pelos internautas, que em virtude da velocidade da máquina, deve ser prática e de certa forma clara.
Porém, o que parece uma divertida conversa virtual pode conter alguns perigos na sua vida de concursos,vestibulares e mesmo produção na escola no dia a dia, principalmente na hora da redação.
Isto porque mesmo que relutemos, utilizamos este tipo de linguagem, o que pode alterar nossa escrita. Esta situação é preocupante, partindo do princípio de que em qualquer vestibular ou ENEM no Brasil, a redação tem como base a linguagem culta. Neste sentido, uma forma tão coloquial como esta fará com que você perca pontos importantes.
A internet é um dos meios de comunicação mais completos que existe, essencialmente, se soubermos usá-la. Da mesma maneira que ela oferece consultas rápidas, pluralidade de conteúdos, velocidade de informações, ela também tem essa característica depreciativa. Fica reservado a você, vestibulando, a responsabilidade de atentar para estes dois opostos.
Na hora da redação, e antes dela, repense sobre como está o seu repertório lingüístico, ou seja, como anda seu vocabulário. Afinal, atualmente, a redação concentra grande parte da pontuação da prova de vestibular e, não custa nada enriquecer um pouco mais as suas palavras preparando-se antes com muita leitura e treino,pois não basta ter a informação,você precisa saber como relacionar e trabalhar os argumentos fugindo do senso comum.
Caso você tenha dificuldades, consulte os jornais virtuais, alguns resumos, pois mesmo na “net” há possibilidade de adquirir muito conteúdo. Comece já e Boa Sorte!
Geralmente, os internautas que têm o costume de passar algum tempo no msn entenderam fielmente a primeira oração escrita nesta matéria. Mas para quem não entendeu sinta-se aliviado.
A frase acima caracteriza um tipo de linguagem utilizada pelos internautas, que em virtude da velocidade da máquina, deve ser prática e de certa forma clara.
Porém, o que parece uma divertida conversa virtual pode conter alguns perigos na sua vida de concursos,vestibulares e mesmo produção na escola no dia a dia, principalmente na hora da redação.
Isto porque mesmo que relutemos, utilizamos este tipo de linguagem, o que pode alterar nossa escrita. Esta situação é preocupante, partindo do princípio de que em qualquer vestibular ou ENEM no Brasil, a redação tem como base a linguagem culta. Neste sentido, uma forma tão coloquial como esta fará com que você perca pontos importantes.
A internet é um dos meios de comunicação mais completos que existe, essencialmente, se soubermos usá-la. Da mesma maneira que ela oferece consultas rápidas, pluralidade de conteúdos, velocidade de informações, ela também tem essa característica depreciativa. Fica reservado a você, vestibulando, a responsabilidade de atentar para estes dois opostos.
Na hora da redação, e antes dela, repense sobre como está o seu repertório lingüístico, ou seja, como anda seu vocabulário. Afinal, atualmente, a redação concentra grande parte da pontuação da prova de vestibular e, não custa nada enriquecer um pouco mais as suas palavras preparando-se antes com muita leitura e treino,pois não basta ter a informação,você precisa saber como relacionar e trabalhar os argumentos fugindo do senso comum.
Caso você tenha dificuldades, consulte os jornais virtuais, alguns resumos, pois mesmo na “net” há possibilidade de adquirir muito conteúdo. Comece já e Boa Sorte!
Assinar:
Postagens (Atom)